terça-feira, 26

de

outubro

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2021

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Prefeito Beto Passos se recusa a conceder entrevista que abordaria contratos com empresário preso

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Passos não deu justificativa para a recusa

NADA A DECLARAR

Prefeito Beto Passos (PSD) negou entrevista à coluna para falar sobre assuntos pontuais de seu governo. Os temas (não as perguntas) que seriam abordados na entrevista solicitada no começo da semana foram previamente informados à assessoria de imprensa de Passos, que não soube informar o motivo da recusa.

Veja abaixo as perguntas que seguem sem respostas:

  • O senhor tinha conhecimento dos 24 contratos que o Município tinha com a empresa de Joziel Dembinski, preso na quarta fase da Operação Et Pater Filium?
  • O senhor vê algum constrangimento em manter os contratos, ainda em vigência, ativos?
  • É comum que um mesmo fornecedor seja tão bem-sucedido em licitações como Joziel foi?
  • A direção do Nação Esportes fez uma live fazendo várias críticas diretas ao senhor. Uma semana depois o presidente do clube apareceu ao seu lado em uma live e, aparentemente, vocês selaram a paz e deram seguimento ao projeto do time na cidade. O senhor pode explicar o que aconteceu para essa mudança de opinião do Nação?
  • O senhor vê como prioridade o investimento na iluminação do Estádio Ditão?
  • Os vereadores de oposição queriam promover uma audiência pública para discutir a gestão democrática nas escolas municipais, mas o projeto foi vetado pelos vereadores governistas. Na sua opinião, essa questão não precisa ser amplamente debatida?
  • A Uniguaçu reformou um prédio público mediante autorização do Município e iniciou seus trabalhos no local nesta semana. Por quanto tempo a empresa poderá se manter no local, considerando que o acordo seria temporário já que a própria Uniguaçu falava em construir sede própria e também, claro, pelo fato de que em determinado momento a Uniguaçu será ressarcida (pela utilização do espaço) do investimento que fez?
  • Em que pé está o projeto de reversão do terreno do antigo Colégio Comercial, hoje cedido à UnC?
  • O senhor vê com preocupação o aumento da folha de pagamento dos servidores da Educação? Que impactos isso trará a longo e curto prazo?
  • O senhor poderia nos esclarecer sobre o programa que visa atrair investimentos a Canoinhas, o Empresa+?
  • Estamos no final da pandemia, na sua avaliação, ou precisamos ter muita cautela ainda?








WITT

Pessoas com terrenos no Loteamento Witt, em Canoinhas, se surpreenderam com a notícia veiculada pelo Município e repercutida aqui no JMais de que que em último despacho por decisão judicial foram intimados os autores e moradores a entrega de documentos faltantes no processo. A intimação, segundo a notícia, foi integralmente cumprida e a documentação solicitada já está anexa ao processo. Ocorre que os interessados não receberam intimação nenhuma, segundo relatos obtidos pela coluna.

Questionado, o Município informou que o secretário de Habitação, Mario Erzinger, explicou pessoalmente a uma das cidadãs que o Município não tem controle sobre os prazos judiciais e cartorários e que por isso não poderia precisar quando de fato as matrículas serão entregues aos moradores.

A nota reitera que houve avanço na questão: “A próxima etapa será a intimação do Cartório de Registro de Imóveis para a emissão das matrículas em nome dos proprietários. Ou seja, cumprida esta etapa de juntada de documentos realizada em razão deste despacho haverá a intimação do cartório para a então emissão das matrículas. A Secretaria de Habitação vai reunir representantes dos moradores de cada loteamento em regularização para informar sobre cada processo específico. Em razão da pandemia estes encontros não serão realizados com todos.”





ZUM ZUM

Com todos os recursos esgotados – o último recentemente no STJ -, Orildo Severgnini estaria desolado e disposto a delatar.




ESTUDO

Presidente da Câmara de Vereadores de Três Barras, Edenilson Engel (PSD) estuda criar a chamada “verba de gabinete” a ser distribuída a cada um dos 11 vereadores para serem usados em viagens, salários de assessores e afins. Se o vereador não usar a verba, ela retorna aos cofres do Legislativo. A ideia, acredita Engel, é dar mais transparência aos gastos públicos e autonomia aos vereadores. A discussão, no entanto, é embrionária.






EMENDAS

Sessão de 6.7.21/Rodolfo Espínola/Agência AL

O governo Carlos Moisés (PSL) concordou com emendas propostas pela Assembleia Legislativa à reforma da Previdência. Veja quais são os pontos revelados pelo colunista da NSC, Renato Igor:

  • Suprimir ou reduzir a alíquota extraordinária para quem ganha mais de R$ 6.433,57. Pelo texto original ela pode subir de 14% para 16,5%.
  • Será revista a regra de transição. O escalonamento será mais suave. A intenção será impactar menos para quem está prestes a se aposentar.
  • O governo irá apresentar um Projeto de Lei (PL), que vai contar com a participação do Tesouro para incentivar a migração dos servidores para a Previdência Complementar (SC Prev). A medida beneficia os servidores que ingressaram após 2003 e que não têm direito à paridade/integralidade. Essa proposta pretende contemplar, principalmente, policiais civis, peritos e policiais penais.
  • Haverá ajuste na regra de pensão. Subindo o pagamento de 50% para 60%. A economia gerada para os cofres públicos com a aprovação do texto original da Reforma da Previdência será de R$ 4,230 bilhões em cinco anos (R$ 22 bilhões em 20 anos).