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Samasa superfaturou em R$ 86 mil a coleta de lixo em um mês, diz Gaeco

Imagem:GSV

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Preço por tonelada especificado em contrato não foi cumprido sem justificativa

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O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) registrou indícios de como ocorreria o superfaturamento da coleta, transporte e destinação do lixo de Três Barras. Para os investigadores, apenas em agosto de 2018, o Serviço Ambiental de Água e Saneamento Ambiental de Três Barras (Samasa) pagou valor superfaturado em R$ 86.311,72 à Serrana Engenharia.

De acordo com o Gaeco, o modo de superfaturar os contratos se repetia mês a mês. Como exemplo, é citado o mês de agosto de 2018, quando o valor previsto por tonelada era de R$ 360,63 e 218,86 toneladas foram levadas ao aterro da Seluma, em Mafra. Com isso, o valor total do mês ficaria em R$ 78.927,48 mas sem qualquer justificativa, foram empenhados R$ 165.239,20.

O JMais já revelou que a falta de fiscalização no aterro da Seluma em Mafra é apontada como uma peça fundamental para que o sistema de corrupção funcionasse.

A investigação do Gaeco identificou diversos e-mails enviados por uma secretária do grupo Serrana ao então presidente do Samasa, Ernani Wogeinaki, e ao então diretor de Operações da autarquia, Willian Hamilton Machado de Lima, hoje vereador em Três Barras.


CONTRAPONTO

Lima afirma que não tinha acesso ao conteúdo dos e-mails enviados. Ele relata que seu trabalho no Samasa era de campo e não especificamente no escritório, sendo que outras pessoas tinham acesso ao seu login.

No mesmo ano de 2018, Lima assinou um documento como presidente da comissão de licitações do Samasa em que foi informado sobre as suspeitas de corrupção nos negócios do grupo Serrana em outros municípios. Também nesse caso, o agora vereador afirmou que não exercia as funções inerentes ao cargo, ou seja, que apenas assinava mas não era o responsável pela supervisão das licitações.

Wogeinaki não respondeu ao pedido de entrevista.

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