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SÁBADO, 17/7: Partidos devem ter eleição mais cara da História em 2022 e chuvas na Europa matam 126 pessoas

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17 de julho de 2021

O Globo

Partidos devem ter eleição mais cara da História em 2022

Novo ‘fundão’ dará a 11 siglas mais do que o teto do ano passado

O Brasil pode ter, em 2022m uma campanha eleitoral ainda mais cara do que a de 2014, última em que os partidos receberam doações de empresas, proibidas após a Lava-Jato. Naquele ano, as siglas arrecadaram R$ 6,3 bilhões em valores corrigidos. Agora, com o “fundão” eleitoral, serão R$ 5,7 bilhões em dinheiro público, sem contar recursos dos próprios partidos e doações de pessoas físicas. PSL e PT terão, cada um, mais de R$ 500 milhões. Outros nove partidos receberão mais R$ 200 milhões cada, que foi o teto em 2020.

  • Pazuello fez reunião com intermediários de vacina
  • Tragédia climática anunciada
  • Tóquio-2020: Bruninho e Ketleyn Quadros serão os porta-bandeiras
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Folha de S. Paulo

Pazuello negociou Coronavac pelo triplo com intermediária

Além da discrepância no valor, encontro fora da agenda contradiz fala de ex-ministro à CPI da Covid

Então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello prometeu a intermediadores comprar 30 milhões de doses da Coronavac oferecidas ao governo por quase o triplo do preço negociado pelo Instituto Butantan, relatam Constança Rezende e Mateus Vargas.

Fora da agenda oficial, a reunião em 11 de março teve seu desfecho registrado em vídeo no qual Pazuello aparece ao lado de quatro pessoas que representariam a World Brands, empresa de Santa Catarina que lida com comércio exterior.

O encontro contradiz o que ele declarou em depoimento à CPI da Covid, em 19 de maio, quando afirmou aos senadores que não liderou negociações com a Pfizer sob o argumento de que um ministro jamais deve receber ou tratar com empresários.

Três pessoas que acompanharam a conversa disseram que o vídeo foi gravado antes de o ministro saber o preço da dose – US$ 28, enquanto o Butantan fechou contrato com a União por US$ 10. Um assessor o teria alertado depois para o sobrepreço.

Procurado, Pazzuelo não se manifestou. A World Brands respondeu: “Proposta efetuada, nenhuma resposta efetiva recebida, negócio não efetuado”. Segundo Dimas Covas, a Saúde sabia que só o Butantan pode vender a Coronavac no país.



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  • Lote de 600 mil doses da Pfizer ficou parado em depósito em Guarulhos de segunda a quinta-feira
  • Imunização favorece o PIB no 2º semestre, embora desemprego e inflação preocupem
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  • Bolsonaro anda sem máscara e não tem alta prevista
  • Depois de passar oito meses fechada, Torre Eiffel volta a receber visitantes
  • Com R$ 5,7 bi, país lideraria gasto com campanhas
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O Estado de S. Paulo


Menos ocupados com covid, hospitais focam em cirurgias

Cidade de SP tem uma demanda de 130 mil procedimentos; também haverá esforços por consultas e exames

Com a gradativa redução do número de pacientes internados com covid-19, governos e hospitais se mobilizam para atender a demanda represada de cirurgias eletivas (não urgentes), exames e consultas. O Brasil realizou 4.046.660 cirurgias, de diversos tipos, no ano passado. Em 2019, foram 4.999.383 procedimentos – uma queda de 19%. Em alguns casos, o recuo foi maior. Cirurgias de mama caíram 43% no período. Já as de pele ou aparelho digestivo baixaram, respectivamente, 39% e 34%. Na cidade de SP, a demanda represada é de 130 mil cirurgias. A Prefeitura anunciou que cinco hospitais passarão a trabalhar até 24 horas por dia a partir de agosto e informou que vai investir na contratação de equipamentos e profissionais de saúde para ampliar os atendimentos. Cidades como Campinas, Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes também preparam suas unidades de saúde.


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