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Vacinação de prioritários deve ser concluída só em setembro e decisão de reabertura de igrejas em destaque nesta segunda

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5 de abril de 2021

 

 

O Globo

Com nova onda, 18 governos fecham escolas estaduais e particulares

 

 

 

 

 

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O Estado de S. Paulo

Vacinação de prioritários deve ser concluída só em setembro

Os grupos prioritários, que somam 77,2 milhões de pessoas, não devem estar imunizados com as duas doses contra a covid antes de setembro, quando o País começa a produzir a matéria-prima (IFA) da vacina de Oxford/astrazeneca. A previsão foi feita por especialistas ouvidos pelo Estadão. Qualquer estimativa mais otimista, avaliam, depende que a vacinação engrene e alcance pelo menos 1 milhão de pessoas por dia, sem interrupções. Esse número foi atingido pela primeira vez na quinta-feira passada, mas no dia seguinte o ritmo voltou ao patamar de 300 mil diários. O Programa Nacional de Imunização (PNI) tem capacidade para vacinar 2 milhões por dia, mas precisa ter doses disponíveis. Como não foram garantidos pelo governo federal no ano passado, ao contrário do que fizeram os Estados Unidos, por exemplo, tanto imunizantes quanto a matéria-prima estão agora escassos e disputados em todo o mundo. Diante desse cenário, o número de doses disponíveis é constantemente revisado para baixo pelo Ministério da Saúde – neste mês, a expectativa caiu de 40 milhões para 25 milhões de doses.

 

 

 

 

 

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Folha de S. Paulo

Liberação de culto contraria prefeitos e ministros do STF

A decisão do ministro Kassio Nunes Marques de liberar missas, cultos e atividades religiosas coletivas incomodou seus colegas do STF (Supremo Tribunal Federal).

A previsão de integrantes da corte nos bastidores é que a decisão individual de Kassio contra decretos que proíbem celebrações religiosas não tem apoio da maioria e deve ser revertido pelo plenário.

O ministro Marco Aurélio, por exemplo, questiona a urgência adotada pelo magistrado no processo e afirma que decisão liminar (provisória) em ação constitucional pressupõe que haja seis votos nesse sentido no plenário da corte.

Decisão individual nesse tipo de ação, diz, só deve ocorrer no recesso. “O Supremo não está no recesso —de 20 de dezembro a 31 do mesmo mês, nem em férias coletivas. Que pressa foi essa?”, afirma à Folha.

“Não somos Executivo, não governamos. Não temos expertise na matéria. Mas, é a máxima popular: cada cabeça uma sentença”, completa.

Em conversas reservadas, outros ministros avaliaram que a decisão representa um mau sinal emitido pelo Supremo à sociedade em meio ao esforço para reduzir os números recordes que a pandemia da Covid-19 tem registrado no país nas últimas semanas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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