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União Brasil ainda deve definir candidato a prefeito de Bela Vista do Toldo

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Gilvane Machado não é a aposta certeira

A DECISÃO

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O União Brasil de Bela Vista do Toldo se reúne nesta terça-feira, 28, para definir quem será o candidato do partido para a eleição suplementar marcada para 13 de dezembro. Ao contrário do que pode parecer óbvio, Gilvane Machado, atual prefeito interino, não é o nome certo do partido.

O União Brasil tem especial protagonismo na eleição municipal porque detém cinco vereadores na Câmara. Como a Câmara tem nove vereadores, o partido tem condição de eleger o próximo prefeito. “Ainda não temos o candidato definido”, afirma o próprio Gilvane.

A origem do União Brasil e seu sucesso na eleição de 2020 tem origem no PSL, antigo partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi popularizado em Bela Vista pelo ex-prefeito Adelmo Alberti, que caiu em desgraça na Operação Et Pater Filium.

Alberti formou uma sólida base aliada patrocinando e incentivando as candidaturas bem-sucedidas. Entre os eleitos estava Vilson Stelzner, preso acusado de ser laranja de Alberti no esquema da Et Pater Filium.

Nos bastidores há quem garanta que Alberti está articulando pessoalmente quem será o próximo prefeito, influenciando diretamente no voto daqueles que ajudou a eleger.

Do outro lado ha uma oposição fragmentada que, mesmo assim, deve lançar uma candidatura de honra. Dinei Berdnaski (PDT) e Maíra Mizwa (PL) lideram essa oposição, mas ambos não demonstram disposição para concorrer.






CÂMARA

A proximidade do fim do ano movimenta as siglas em relação ao comando das Câmaras de Vereadores. O último ano de mandato é estratégico para quem pretende disputar a reeleição. Em Canoinhas, por uma questão de exclusão e bancadas, ao que tudo indica, o comando vai cair nas mãos de Wilmar Sudoski (PSD). A conferir.




A REVANCHE

O vereador Osmar Oleskovicz (PSD) provou do doce sabor da vingança na sessão desta segunda, 27, da Câmara. Um ano e meio após professores fazerem buzinaço em frente a sua casa, a mesma categoria o aplaudiu na tribuna do Legislativo. “Não acredito que a prefeita vai ter a cara de pau de mandar um projeto desses pra gente (..) Se ela mandar, vamos ver quem é o traidor da educação”, em referência ao tema principal da coluna de ontem.

O projeto que a prefeita deve mandar para a Câmara, segundo Osmar, foi proposto por Renato Pike e Diogo Seidel (ex-secretário de Administração) em 2021. Segundo o vereador, foi ele quem barrou a tentativa.

“Será que o Pike, de dentro da cadeia, está mandando nela? Todos sabemos que ela nasceu politicamente com o Pike. Então parece que o Pike tá mandando na prefeitura da cadeia”, provocou.





“O mínimo que a gente espera é que não haja hipocrisia”

da vereadora Tatiane Carvalho (MDB), ao ler trecho do plano de governo de Juliana Maciel Hoppe que promete o pagamento do piso da categoria dos professores




FEMINISMO

Bancada feminina: Paulinha, Luciane Carminatti, Marlene Fengler e Ada de Lucca/Divulgação

A Secretaria da Mulher da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) vai lançar o livro “Vozes as Mulheres Catarinenses – Narrativas de Histórias Reais”. A proposta é desmistificar a pauta do feminismo, trazendo a relevância do assunto sob a ótica e os relatos de mais de 50 mulheres de diversos segmentos da sociedade em SC.

Nada mais oportuno em uma Assembleia onde a deputada mais votada nas urnas defende o antifeminismo. Em seu discurso de posse, Ana Campagnolo (PL) agradeceu aos homens que permitiram as mulheres votar e entrarem na política.




NÃO FALTARÁS

O presidente do Sebrae, o catarinense Décio Lima (PT), se reuniu com o presidente Lula no sábado, 25. Segundo ele, o presidente afirmou que “não faltará nem um real” para as ações de apoio ao Estado que dependem do governo federal na mitigação da enchente.





NÃO PODE

O Tribunal de Contas do Estado (TCE/SC) decidiu que as prefeituras de Santa Catarina não podem usar a contratação de segurança armada para as escolas para alcançar os 25% de gasto obrigatório com a Educação. A Corte de Contas entende que o investimento pode ser feito pelos municípios, mas os recursos terão que vir de outras fontes, como a Segurança Pública.

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