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Professores de Canoinhas ensaiam nova batalha com o Município

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Proposta de mudança na fórmula salarial suscitou revolta dos profissionais

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NOVO ROUND

A prefeita Juliana Maciel Hoppe (PL) se reuniu com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais na semana passada e as notícias que trouxe não agradaram nem um pouco. Ela confirmou para a direção do Sindicato e um pequeno grupo de professores que vai encaminhar nesta semana para a Câmara de Vereadores um projeto de lei para incorporação da regência no salário-base e modificar a concessão de férias, limitando a 30 dias (hoje os professores param pouco antes do Natal e retornam no começo de fevereiro).

Caso isso ocorra, os professores terão de trabalhar até a véspera do Natal e de 26 a 31 de dezembro. Resumindo, as férias serão de 2 a 31 de janeiro e no mês de julho os professores não terão mais 15 dias de recesso.

Na reunião, ainda, foi comunicado que os professores perderão o direito ao triênio (progressão salarial a cada três anos) e o percentual de aumento por graduação será reduzido para 20%, independente do nível do curso (graduação ou pós).

Outra notícia que desceu quadrado para os professores foi o fim da regência (plus que o professor recebe por ser responsável por uma turma). Este valor seria incorporado ao salário-base, o que para os professores seria uma forma de se aproximar do piso nacional, mascarando o ganho. “Quem é ACT (admitido em caráter temporário) vai pensar que recebeu um aumento, mas na verdade, isso ocorre porque o Município precisa cumprir o piso nacional de R$ 4.422,21. Por se tirar a regência, nunca mais vai subir o salário dos professores”, diz uma professora ouvida pela coluna.

A coluna questionou o Município e recebeu a seguinte nota:

“A Secretaria de Educação aguarda a proposta do sindicato antes de tomar qualquer decisão.

A Secretaria de Educação informa que esteve reunido com o sindicato e representantes dos professores da cada segmento nesta semana a fim de iniciar as discussões sobre a remuneração aos profissionais da educação.

Os termos do projeto de lei ainda estão em elaboração.”






SUSPENSÃO

Em ofício enviado ao governo federal, o presidente da Fecomércio em Santa Catarina, Hélio Dagnoni, pede a suspensão do recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) nas empresas das cidades que estão em situação de calamidade pública por conta das enchentes recentes. O documento dirigido a Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, pede que a interrupção seja feita por quatro meses.




AQUI, NÃO

Divulgação/Redes Sociais

A Fundação Catarinense de Cultura causou controvérsia ao ordenar a retirada de uma faixa de boas-vindas utilizando linguagem neutra no Transforma, festival de cinema LGBTQIAPN+ de Santa Catarina.

A faixa com a frase “Sejam bem-vindes” foi removida da fachada do CIC de Florianópolis na manhã de quinta-feira, 23. A ação gerou forte reação online, com várias entidades e políticos criticando a proibição da linguagem neutra.




PRESSÃO

O senador Jorge Seif (PL), de Santa Catarina, acusou ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de pressionarem senadores para que votassem contra a PEC 8/2021, que limita decisões monocráticas da entidade, aprovada na terça-feira, 22. Segundo ele, houve um “empenho” para que não perdessem poder.




APAGÃO

A falta de profissionais qualificados está afetando obras de construção civil espalhadas pelo País inteiro. Hoje o mercado sofre com a escassez de pedreiros, mestres de obra, carpinteiros, armadores, eletricistas e até engenheiros.

O problema é resultado da disputa de mão de obra entre construtoras do setor imobiliário e grandes empreiteiras, que estão em busca do mesmo profissional. Esse cenário tem sido impulsionado pela proximidade das eleições municipais e a corrida das prefeituras para executar obras de infraestrutura, um desafio, especialmente para a prefeita de Canoinhas, Juliana Maciel Hoppe (PDSB), que terá R$ 30 milhões para gastar em menos de um ano.






OLHO NO VOTO

Com apenas oito meses de trabalho na Câmara, deputados recém-chegados ao Legislativo federal já dedicam tempo, energia e sola de sapato à próxima disputa eleitoral. Emendar uma eleição na outra está no radar de pelo menos 18 parlamentares que mal assumiram o mandato na Casa e cogitam abandonar o cargo e suas promessas de campanha para disputar uma prefeitura em 2024.

Os estreantes são quase metade dos 38 deputados identificados por reportagem do jornal Estadão como pré-candidatos em 20 capitais do País. Eles negam que a movimentação pré-eleitoral prejudique o exercício da função na Câmara. Desses 18 pré-candidatos para o ano que vem, 15 usaram R$ 17,9 milhões do fundo eleitoral no ano passado. A exposição e a estrutura do cargo de deputado ajudam nas chances de vitória nos municípios. E, em caso de derrota, não há nenhum prejuízo ao mandato a ser administrado.





3 mil

Candidatos é o espera ter o PL na disputa eleitoral do ano que vem. Jair e Michelle Bolsonaro devem cruzar o país para pedir apoio aos pretendentes





PT

O PT aprovou regra que limita a possibilidade de prévias eleitorais para escolher os candidatos para as eleições municipais. Basta o diretório aprovar por dois terços o nome do ungido que as prévias serão dispensadas. Essa medida vai facilitar ao PT de Canoinhas, por exemplo, nomear um nome contraditório dentre os filiados para disputar a prefeitura.





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Motoristas por hora são multados por embriaguez ao volante no Brasil


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