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Estados têm risco de ‘apagão’ de profissionais nas UTIs e briga entre Ernesto Araújo e Kátia Abreu em destaque nesta segunda

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29 de março de 2021

 

O Globo

Ernesto acirra crise com acusação a parlamentares

O Congresso e o Planalto vivem mais uma grande crise no pior momento da pandemia do coronavírus no país. Deputados e senadores do centrão, aliados de primeira hora no presidente Jair Bolsonaro, se voltaram contra o Planalto por causa da má gestão no combate à disseminação da covid-19. E o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, tornou-se o principal alvo de críticas.

 

 

 

 

 

  • Nas UTIs de Covid do Brasil, 83,5% dos pacientes morrem
  • TCU deve recomendar a Bolsonaro vetos no Orçamento
  • Internações registram leve queda no estado de São Paulo
  • Rio tem domingo de praias mais vazias e dribles nas restrições
  • Prefeitos dão ‘kit Covid’ à população
  • Depois de Doria, Bolsonaro quer priorizar policiais
  • Casos de coronavírus voltam a subir nos Estados Unidos
  • Sem sair do lugar

 

 

 

 

 

 

 

O Estado de S. Paulo

Estados têm risco de ‘apagão’ de profissionais nas UTIs

Além das filas por leitos e da escassez de oxigênio e remédios, a falta de profissionais que atuam em Unidades de Terapia Intensiva (UTIS) pressiona hospitais de pelo menos nove Estados. Bahia, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Tocantins correm o risco de sofrer um “apagão” de equipes e apontam dificuldades de contratação, mesmo com sucessivos processos seletivos. Estima-se que 20 mil dos 543 mil médicos do País trabalhem em UTIS, mas a demanda pode chegar ao dobro disso. O Rio Grande do Sul, um dos Estados mais afetados, tinha, antes da crise, de 800 a 1 mil leitos de cuidados intensivos. Hoje são 3.195. “Não é possível suportar isso. Há hospital com 160% de ocupação, outro com 145%”, diz o presidente da Associação Médica do Estado, Gerson Junqueira Junior. Sobrecarregados, médicos que atuam nas UTIS relatam a internação de pacientes cada vez mais jovens, em estado grave, e de famílias. “Temos muitos casos de estar o marido numa UTI, a mulher na outra e o filho na enfermaria”, afirma a médica Ana Patrícia Tertuliano, do Hospital Municipal de Natal.

 

  • Brasileiro rejeita politização da pandemia
  • Araújo ataca Kátia Abreu e eleva tensão com o Senado
  • ‘Pedalada’ no Orçamento deve parar no TCU
  • Título com meta sustentável não atenda à demanda
  • Saída para hotéis em crise
  • Fifa tenta pôr fim a polêmicas sobre mão na bola

 

 

 

 

 

 

 

 

Folha de S. Paulo

Ernesto é chamado de marginal após ataque a senadora

Um grupo de senadores voltou a cobrar neste domingo (28) a demissão do chanceler Ernesto Araújo, cuja permanência no cargo é considerada insustentável até mesmo por integrantes do governo.

Nas redes sociais, parlamentares reagiram com indignação a uma postagem do ministro das Relações Exteriores, que insinuou uma ligação do Senado com o lobby chinês pelo 5G, o que, segundo ele, estaria por trás da pressão para derrubá-lo do posto. De acordo com relatos feitos à Folha, senadores também enviaram ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mensagens com queixas à postura de Ernesto.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado e citada nas postagens, a senadora Katia Abreu (PP-TO) divulgou nota em que acusa Ernesto de mentir e o chama de marginal.

“O Brasil não pode mais continuar tendo, perante o mundo, a face de um marginal. Alguém que insiste em viver à margem da boa diplomacia, à margem da verdade dos fatos, à margem do equilíbrio e à margem do respeito às instituições”, escreveu a parlamentar. “Alguém que agride gratuitamente e desnecessariamente a Comissão de Relações Exteriores e o Senado Federal”, completou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Alessandra Korap – Não existe democracia para indígenas no país
  • Edital de leilão do 5G beneficia setor aliado a Bolsonaro
  • Preços de máscara pagos pela Saúde são investigados
  • Brancos são quase o dobro dos negros entre vacinados
  • Folha cobre sete anos de Lava Jato com olhar crítico
  • Canal reaberto em 48 Horas?