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Butantan e USP avançam na criação de vacinas nacionais e em outro recorde diário, País tem 3.600 mortes por covid-19

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Sábado, 27 de março de 2021

 

 

O Globo

 

 

Manchete: Doria e Bolsonaro disputam primeira vacina brasileira

Butantan e governo federal anunciam testes de imunizantes

No dia em que o país bateu novo recorde de mortes pela Covid-19, o governador de São Paulo e o governo federal se lançaram numa disputa com escorregões pelo protagonismo da primeira vacina nacional. Doria anunciou que o Butantan pediu autorização para testes do imunizante “100% brasileiro”, o que fez a gestão Bolsonaro correr para dizer que uma vacina com incentivo federal já tem resultados positivos. Depois, o Butantan admitiu que um hospital dos EUA foi o responsável pela “concepção da tecnologia” da Butanvac. PÁGINA 9

 

 

 

  • Tecnologia usada contra gripe pode reduzir prazo
  • Remédios do ‘kit intubação’ têm alta de até 1.000%
  • EUA vivem dilema sobre o que fazer com sobra de vacinas
  • Planalto tenta blindar Ernesto no Congresso
  • Presidente do IBGE se demite após crise do Censo
  • Racha marca cúpula dos 30 anos do Mercosul
  • Carro zero tem fila de 4 meses e já falam modelos populares
  • Recesso se inicia com novo recorde
  • Barbosa, 100 anos: Iniciativas restauram a imagem do goleiro marcado pelo Maracanazo

 

 

 


 

 

Folha de S. Paulo

 

 

Manchete: Hospital dos EUA diz ter sido criador da vacina do Butantan

Segundo o instituto paulista, parceria com americanos foi para vetor viral e insumos serão brasileiros

A ButanVac, anunciada pelo Butantan como primeiro potencial imunizante contra a Covid-19 100% nacional, foi desenvolvida na Escola de Medicina Icahn, do Instituto Mount Sinai, em Nova York, informa Ana Bottallo.

O diretor do Butantan, Dimas Covas, disse à Folha que o órgão brasileiro responde pelo desenvolvimento total do fármaco, a partir de parcerias e com um consórcio internacional, e que o Mount Sinai forneceu o vetor viral.

Além de deter a patente tecnológica do vetor, o Mount Sinai, segundo afirmou Peter Palese, pesquisador do hospital, foi responsável pelos ensaios em animais em laboratório, que antecedem os testes em humanos.

Em nota, o Butantan contestou a oficialidade das declarações, dadas por Palese via email corporativo. Disse ainda que teve licença para usar tecnologia americana, mas que os insumos e o produto final serão nacionais.

“No Brasil, o desenvolver da vacina é o Butantan. A vacina, portanto, é brasileira e dos brasileiros”. SAÚDE B1

 

 

  • Mais 16 projetos de fármacos contra o vírus estão em andamento
  • Bolsonaro e Doria travam disputa de imunizantes
  • Em outro recorde diário, país tem 3.600 morte por Covid-19
  • Restrições não inibem a ida de turistas paulistanos ao litoral no megaferiado
  • Orçamento é inexequível para equipe econômica
  • Polícia investiga mãe, padrasto e pai de Henry, 4
  • Fase emergencial é prorrogada até 11 de abril em SP
  • Origem chilena de dose em MG é uma das hipóteses da PF
  • Lula e Lava Jato argumentam o mesmo em direção oposta
  • Estado iniciará aplicação em pessoas de 68 anos a partir de 5 de abril
  • Carta por ações contra pandemia chega a quase 1.700 assinaturas
  • Sobe para 4 o número de óbitos por Covid em fila de UTI na capital
  • Escassez e preço dos materiais de construção freiam reformas

 

 


 

 

O Estado de S. Paulo

 

 

Manchete: Butantan e USP avançam na criação de vacinas nacionais

Instituto, que prevê imunizante próprio em julho, e pesquisador de Ribeirão Preto projetam teste em humanos

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, anunciaram ontem que a Anvisa recebeu pedido de início de testes em humanos de duas vacinas contra a covid-19 desenvolvidas no País. Um imunizante será produzido pelo Instituto Butantan e outro pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. O lote piloto da Butanvac que será usado nos ensaios clínicos está pronto. O instituto disse que pode começar a produzir a vacina em larga escala em maio e iniciar a aplicação na população em julho, mas isso vai depender da aprovação do imunizante em três fases de testes. O objetivo é fabricar 40 milhões de doses até o fim do ano. Apesar de a tecnologia da Butanvac, que usa um vetor viral, ter sido desenvolvida nos EUA, o Butantan disse que a vacina é “100% nacional”. No caso do imunizante da USP, os testes clínicos devem demorar entre 9 e 12 meses, o que indica que o produto só deverá estar disponível em 2022.

 

 

  • País registra 100 mortes em média por hora
  • Após corte de verba, chefe do IBGE renuncia
  • Lava Jato vai ao Supremo contra inquérito no STJ