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Câmara de Bela Vista do Toldo nega afastamento e instaura processo de cassação de vereador preso

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Vilson Stelzner foi preso na terceira fase da Operação Et Pater Filium

A Câmara de Vereadores de Bela Vista do Toldo aprovou nesta terça-feira, 19, por unanimidade, a criação de uma Comissão Processante para apurar a conduta do vereador Vilson Stelzner (PSL), preso desde 6 de julho na terceira fase da Operação Et Pater Filium, que prendeu também o prefeito Adelmo Alberti (PSL), seu ex-secretário Claudinei Ribeiro e o empresário Joziel Dembinski (este solto por meio de habeas corpus).

O presidente da Câmara, Marcos Kogi (PSL), submeteu à votação documento que aponta infração ao regimento interno da Câmara quando um vereador deixa de comparecer a um terço das sessões ordinárias, caso de Vilson. “Considerando o fato público e notório da prisão preventiva do vereador no dia 6 de julho cujo processo segue em trâmite no Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Considerando que ele já faltou a uma terça parte das sessões ordinárias (…) determinar abertura do procedimento dando o devido direito ao contraditório”, diz documento assinado por Kogi lido pela mesa diretora. O regimento interno da Casa de Leis prevê cassação de mandato em caso de vereadores que faltem em mais de um terço das sessões ordinárias. Foi baseado neste item que os oposicionistas Dinei Berdnaski (PDT) e Osni Stelzner (MDB) tentaram dar início ao processo de cassação de Vilson no mês passado. O requerimento foi rejeitado pelos governistas na ocasião.

O advogado de Vilson tentou uma última cartada apresentando um requerimento em nome do vereador pedindo 120 dias de licença não remunerada para “tratar de assuntos particulares”. O requerimento foi negado por unanimidade.

A comissão formada para produzir um relatório em até cinco dias úteis foi formada por sorteio. O presidente será Rafael Alberti (PSL) e o relator, Giovane Machado (PSL). Osni Stelzner (MDB) ficou como membro.

O relatório será votado em plenário.