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Anvisa vê pressão em lobby político da vacina russa e apenas 0,05% dos vacinados relatam reações adversas em destaque

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5 de fevereiro de 2021

 

 

Folha de S.Paulo

Anvisa vê pressão em lobby político da vacina russa

Os fabricantes da vacina russa Sputnik V fazem intenso lobby político para pressionar a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a liberar o uso emergencial do imunizante. A pressão vem incomodando os diretores da agência, diante das ofensivas múltiplas.

Lobista escalado pela empresa no Brasil, a União Química, o ex-deputado federal pelo PSD e ex-governador do DF Rogério Rosso mantém interlocução direta com deputados e senadores –em especial os do centrão, espaço político onde esteve quando foi parlamentar– e com o governo da Bahia, que assinou um memorando de entendimento com os russos ainda em agosto.

Além disso, Rosso já esteve em reuniões na Anvisa em pelo menos duas ocasiões, representando a União Química, onde é formalmente diretor de Negócios Internacionais.

 

 

 

 

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O Estado de S.Paulo

Líder na Câmara fala em ‘enquadrar’ Anvisa e Bolsonaro reage

Ao falar ao Estadão, ontem, em “enquadrar” a Anvisa e mobilizar o Congresso para aprovar projetos que acelerem o registro de novas vacinas no País, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), abriu uma crise política que chegou ao Planalto. Integrante do Centrão, Barros afirmou que os diretores da agência estão “fora da casinha” e “nem aí” para a pandemia de covid-19. “O que eu apresentar para enquadrar a Anvisa passa aqui (na Câmara) feito um rojão”, disse. O diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, cobrou retratação, o que não ocorreu, e sugeriu que o líder apresente uma denúncia formal sobre a demora. Jair Bolsonaro amparou Torres e tentou amenizar as cobranças do Centrão sobre a agência. O Senado aprovou MP que facilita a compra da Sputnik V. A vacina russa deve ser fabricada e distribuída no País pela União Química. O texto, que vai a sanção presidencial, também autoriza acesso aos imunizantes por meio do Covax Facility, consórcio internacional que vai fornecer vacinas a países em desenvolvimento.

 

 

 

 

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O Globo

Apenas 0,05% dos vacinados relatam reações adversas

Quando já contabilizava mais de dois milhões de pessoas vacinadas contra a Covid-19, o Ministério da Saúde havia recebido apenas 1.038 comunicações de eventos adversos por pessoas que já foram imunizadas. Desses casos, apenas 20 foram considerados graves, mas sua relação com as vacinas ainda precisa ser confirmada. Os dados são da última terça-feira, data da mais recente atualização da pasta

 

 

 

 

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