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Alecrim: Tempero ou erva medicinal?

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Conheça as propriedades da planta

Além de ser um tempero maravilhoso para carnes de ovinos, suínos e bovinos, o alecrim tem benefícios muito estudados pela ciência.

O alecrim é originário do Mediterrâneo e é uma das ervas mais completas em benefícios a saúde até hoje estudadas.

Chamada também de erva da alegria, seus óleos essenciais favorecem a produção de neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar. É bastante utilizado como aromatizante de ambientes, pois tem odor agradável; realça também o sabor de alimentos como carnes, assados, legumes, molhos e pães.

As folhas secas ou frescas são utilizadas na preparação de chás e tinturas. As flores vão para os óleos essenciais.

Por ser um estimulante, o alecrim combate a tosse, gripe e asma. A tosse com catarros também é eliminada devido ao seu poder expectorante.

Também é uma grande aliada da pressão arterial, melhorando a circulação sanguínea.

Fazer compressa morna com as folhas do alecrim também auxilia no tratamento contra a dor do reumatismo, podendo ser usado também o óleo essencial na área dolorida. Ajuda, inclusive, no tratamento de dores e contusões leves.

Como é também um relaxante, auxilia no combate ao estresse, pois acalma os músculos e nervos. O alecrim estimula o aumento do fluxo sanguíneo, oxigenando o cérebro e ativando a memória.

A tintura do alecrim diluída em água serve para bochechos, combatendo o mau hálito, aftas, gengivites e estomatites.


CONTRA-INDICAÇÕES

O chá ou tintura deve ser evitado na gravidez ou na lactação, por menores de 12 anos, prostáticos e pessoas com diarreia. A ingestão de doses elevadas provoca irritações gastrointestinais e nefrite. A essência do alecrim pode causar irritações na pele.

Assim como a maioria das plantas e alimentos fitoterápicos, o alecrim deve ser consumido com parcimônia – sempre com o devido acompanhamento de um médico e nutricionista. Vale destacar que, na maioria dos casos, as plantas medicinais não podem ser usadas como substitutas dos remédios prescritos pelos médicos – mas sim como auxiliares no tratamento. Por isso, lembre-se de sempre consultar especialistas e tome cuidado para não exagerar no consumo dessa planta.