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Vereadores de Canoinhas questionam salários e quantos comissionados o Executivo emprega

Imagem:Arquivo

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Na campanha, prefeita Juliana Maciel Hoppe prometeu reduzir o número pela metade

CUMPRIU?

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Requerimento de autoria do vereador Wilmar Sudoski (PSD) e que também leva assinatura de seus colegas de partido Willian Godoy e Osmar Oleskovicz, e da vereadora Tati Carvalho (MDB), está solicitando informações detalhadas sobre o número de servidores ocupantes de cargos comissionados até o ano de 2022, como também quantos cargos em comissão estão sendo preenchidos atualmente na Prefeitura de Canoinhas e em suas fundações.

Pela proposição apresentada e aprovada em plenário na sessão ordinária de segunda-feira, 15, os vereadores ainda buscam ter informações acerca da folha de pagamento com pessoal, indagando, inclusive, se houve neste ano redução no índice percentual de gastos em relação ao ano de 2022.

“Caso tenha ocorrido, solicita-se que seja informado o percentual de diminuição”, diz trecho do requerimento que está sendo direcionado à chefe do Executivo Municipal e à secretaria de Administração.

Para Sudoski, essa análise comparativa é fundamental para proporcionar transparência aos munícipes e para que a Câmara possa acompanhar o controle sobre a distribuição de cargos de confiança no município, além de fornecer dados relevantes sobre a gestão financeira e administrativa da Prefeitura nos últimos três anos.

“Assim vamos entender se aquilo que foi compromisso durante o período de campanha da atual gestão, que seria fazer o máximo de economia e reduzir número de comissionados entre outras tantas atividades para termos mais dinheiro em caixa, para ver se isso está mesmo acontecendo”, justifica o vereador.




NÚMEROS

De fato, Juliana já admitiu que não conseguiu reduzir o número de comissionados. Assim como nos governos anteriores, segue girando em torno de 90 contratados.






FARPAS

A vereadora Tatiane Carvalho (MDB) peitou o deputado federal Zé Trovão (PL) por tentar ganhar créditos pela descoberta dos polêmicos livros da Mundoteca. “O que aconteceu, deputado? Ontem o senhor mencionou que fiz a denúncia, chegou a postar e me marcar no reels. Depois exclui o post e hoje postou esse? Que bom que a situação dos dois livros foi resolvida, mas vamos contar a história por inteiro?”

No meio da tarde de ontem o deputado reagiu: “O vídeo completo da denúncia está no site da Câmara. Sobre ‘a história por inteiro’, deixo para a senhora contar, haja visto que a denúncia partiu do seu gabinete. Fiz o meu papel como Deputado Federal: averiguei, denunciei em plenário e resolvi com a Prefeita no âmbito estado… agora seguimos adiante com nosso gabinete para cima do MinC.”




RUÍDOS

Na guerrilha das redes sociais foram muitos os comentários positivos e negativos sobre a conduta da prefeita Juliana Maciel Hoppe (PL) ao jogar os livros no lixo. Noves fora, sem entrar no que realmente interessaria, que seria um debate franco e honesto sobre o conteúdo das obras e a quem se destina, houve a politização do assunto e aí, degringolou e apodreceu como tudo que cai na malha encardida da política. Juliana agitou a bandeira para a militância bolsonarista (maioria em Canoinhas) e atiçou a indignada claque esquerdista.





REPERCUSSÃO

A repercussão foi tanta que depois de sites de todo o Brasil, como o Metrópoles, terem repercutido o vídeo, Juliana bloqueou comentários na postagem do vídeo.






A PROPÓSITO

Apesar de a prefeita aparecer jogando os livros no lixo, o ato teria sido simbólico, pois a prefeitura esclareceu que as obras serão encaminhadas aos responsáveis pela criação do projeto da Mundoteca. “Os livros serão encaminhados aos responsáveis pela criação do projeto da Mundoteca. A FGM Produções”, diz a nota.








CONTAS

A Câmara de Vereadores de Três Barras começou a apreciar as contas do então prefeito Luis Shimoguiri relacionadas ao ano de 2022. “No que respeita à gestão/execução orçamentária verificou-se um superávit na ordem de R$ 2.052.153,94, correspondendo a 1,59% da receita arrecadada, indicando um cenário de boa capacidade financeira do Município”, diz relatório do Tribunal de Contas do Estado que recomenda a aprovação das contas.





E CONTANDO…

Nesta semana, Gustavo Cancellier (PP – foto), prefeito de Urassanga, foi preso com os vereadores Elson Roberto Ramos e Thiago Mutini na segunda fase da Operação Terra Nostra, que investiga denúncia de corrupção.

Um ex-servidor comissionado também foi detido na ação. A investigação apura os crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, uso indevido da renda pública e contratação direta fora das hipóteses legais.

Com a prisão de Cancellier, chega a 19 o número de prefeitos presos em Santa Catarina nos últimos dois anos. Quatro deles na comarca de Canoinhas.





DESCONHEÇO

O prefeito de Blumenau, Mário Hildebrandt (PL), avisou que vai recorrer ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos para ter acesso à pesquisa que aponta a suposta existência de 63 células neonazistas na cidade.





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