terça-feira, 28

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setembro

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2021

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Setor supermercadista impulsiona em 403% criação de empregos em Canoinhas

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Inauguração do Via Atacadista em outubro impulsionou geração de empregos que teve saldo de 796 vagas

 

 

Canoinhas teve o melhor período dos últimos cinco anos em geração de empregos em 2020. Apesar da pandemia, a inauguração do Via Atacadista, em outubro, foi o empreendimento que mais impulsionou a geração de empregos, mas não foi o único. Meses anteriores como o de fevereiro, março e novembro também tiveram saldos positivos expressivos. Somente os meses de abril, maio, julho e dezembro apresentaram saldo negativo. No total, entre demitidos e admitidos, o saldo positivo foi de 796 vagas. Isso coloca Canoinhas entre os 20 municípios catarinenses que mais geraram empregos no ano passado. Mais especificamente, na 18ª posição.

 

 

 

 

 

O aumento em relação a 2019 em Canoinhas é de 403%. Naquele ano, o saldo positivo havia sido de 158 empregos. A variação no ano do saldo é de 16%.

 

 

 

O Grupo Passarela inaugurou a loja do Via Atacadista no dia 29 de outubro. Trata-se do maior investimento no setor supermercadista da história de Canoinhas. São 12 mil metros quadrados de área construída em um ponto estratégico, na esquina entre a avenida Expedicionários e a rua Guilherme Prust, entre o centro e  o distrito do Campo d’Água Verde. A previsão inicial era de criação de 150 empregos diretos.

 

 

 

 

Além do Via Atacadista, o ano teve a compra do Fricasa pelo Pif Paf, com promessa de geração de mais empregos. Boa parte das vagas criadas, porém, vem de setores menores. Somente em outubro, 51 vagas estavam sendo ofertadas no Sine de Canoinhas. As vagas iam de vendedor, passando por auxiliar de cozinha, soldador e pintor industrial. No dia 18 de dezembro, o mesmo Sine oferecia 68 vagas, a maior parte no setor supermercadista. Um dos grandes desafios em se preencher as vagas, segundo o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoinhas, que esteve frente à pasta em 2020, Marcos Tiago Gonçalves, era convencer os candidatos a aceitarem assinar a carteira de trabalho. Muitos temiam perder o auxílio emergencial do Governo Federal e, por isso, desistiam da oportunidade. “Achei que fecharíamos o ano com percentual positivo, mas não tão expressivo como o que comprovamos agora”, comemora Tiago.

 

 

 

 

 

Santa Catarina termina 2020 com o maior saldo de empregos formais do Brasil

Santa Catarina teve o melhor resultado do país na geração de empregos formais em 2020. O dado foi confirmado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério da Economia na manhã desta quinta-feira, 28. Ao todo, foram geradas 53.050 vagas com carteira assinada no Estado no ano passado. O número representa 37,1% de todos os 142.690 empregos criados no Brasil em 2020. Para o governador Carlos Moisés, o dado mostra a competitividade da economia catarinense.

 

 

 

“Santa Catarina se manteve com a menor taxa de desemprego do país ao longo dos últimos anos. Isso reflete a confiança do setor empresarial em nosso Estado, onde há segurança jurídica e boas condições para se investir, gerando emprego e renda. Em 2020, tivemos a pandemia de Covid-19, que afetou a economia de todo o mundo, e, mesmo assim, conseguimos terminar o ano com um saldo expressivo na geração de empregos. É um resultado que deve ser comemorado, mas que não pode gerar relaxamento. Seguiremos com o trabalho forte para que Santa Catarina siga avançando”, conta o governador.

 

 

 

Todos os setores econômicos registraram incremento no número de vagas no ano de 2020 em Santa Catarina. O melhor resultado veio da indústria, com um saldo de 25.452 empregos. Na sequência, aparece o setor de serviços, com 17.776 de saldo. O comércio surge em terceiro lugar, com 7.141 empregos criados em 2020. A construção civil (2.051) e a agropecuária (630) fecham a lista.

 

 

 

 

Ao longo de 2020, Santa Catarina teve 1.052.937 admissões e 999.887 demissões, segundo o Caged. No mês de dezembro, o saldo ficou negativo em 11.677 vagas. O último mês de ano normalmente registra mais demissões que admissões por conta da extinção de empregos temporários criados em meses anteriores.

 

 

 

Em 2019, Santa Catarina já havia sido destaque nacional ao registrar a melhor geração de emprego dos últimos nove anos, com 71.406 novas vagas. Segundo o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Celso Albuquerque, trata-se de um reconhecimento da gestão correta adotada pelo Governo Estadual nos últimos dois anos. Ele também destaca a importância de se ter um emprego em um momento tão complicado como o atual.

 

 

 

 

“O emprego representa a dignidade das pessoas em poder pagar suas contas. Santa Catarina é um estado diferenciado, e o destaque no cenário nacional reforça a capacidade empreendedora do catarinense mesmo frente às adversidades. Continuamos trabalhando focados no nosso papel de construir oportunidades para o crescimento e desenvolvimento sustentável por meio de políticas públicas e ações que trazem competitividade e segurança aos empresários”, avalia.

 

 

 

 

 

 

 

Brasil encerra 2020 com geração de 142.690 empregos formais

O Brasil fechou o ano de 2020 com a geração de 142.690 postos de trabalho. “A grande notícia para nós é que, em um ano terrível em que o PIB [Produto Interno Bruno – soma de todos os bens e serviços] caiu 4,5%, nós criamos 142 mil novos empregos”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante coletiva virtual de divulgação do Caged.

 

 

Para ele, o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), criado pelo governo federal durante a pandemia de covid-19, é um dos responsáveis pelo resultado, já que evitou a demissão de cerca de 10 milhões de pessoas durante o ano passado.

 

 

 

Pelo programa, empregadores e funcionários fizeram acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos. Como contrapartida, o governo pagou, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), uma porcentagem do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido.

 

 

“O IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] também soltou dado que confirma esse avanço, essa recuperação da economia brasileira em V [forte queda seguida de forte alta], quando anunciou quase 4 milhões de aumento na população ocupada, quando compara o trimestre de setembro/outubro/novembro sob trimestre anterior, sendo que quase 1 milhão foi de carteira assinada”, destacou Guedes.

 

 

 

De acordo com dados do Caged, de janeiro a dezembro do ano passado, foram 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 38.952.313 vínculos, o que representa uma variação de 0,37% em relação ao estoque de referência, de 1º de janeiro de 2020.

 

 

 

 

DADOS ISOLADOS

No acumulado do ano de 2020, apenas o setor de serviços teve saldo negativo nos empregos, com o fechamento de 132.584 postos de trabalho. A construção e a indústria lideram o ranking de contratações, com a criação de 112.174 e 95.588 empregos, respectivamente. Já no mês de dezembro, o comércio foi a única atividade com saldo positivo, com mais 62.599 empregos.

 

 

 

Das cinco regiões do país, quatro tiveram saldo positivo no acumulado do ano, apenas o Sudeste perdeu vagas, queda de 88.785, puxado pelo Rio de Janeiro que, sozinho, fechou 127.155 empregos, enquanto Minas Gerais criou 32.717. No Norte, o destaque é para o Pará, com a criação de 32.789 postos, mais da metade dos 62.265 empregos formais gerados na região.

 

 

 

 

No Nordeste, o Maranhão, com 19.753, e o Ceará, com 18.546, puxaram o saldo positivo de 34.689 de novos postos de trabalho. No Sul, que teve 85.500 vínculos a mais, Paraná e Santa Catarina geraram 52.670 e 53.050, respectivamente. Já o Centro-Oeste teve Goiás como o principal criador de vagas, com 26.258 das 51.048 da região.

 

 

Para o conjunto do território nacional, o salário médio de admissão em dezembro foi de R$ 1.735,39. Comparado ao mês anterior, houve aumento real de R$ 26,45 no salário médio de admissão, uma variação positiva de 1,55%.

 

 

 

As estatísticas completas do Caged de dezembro e do acumulado de 2020 estão disponíveis na página do Ministério da Economia. Os dados também podem ser consultados no Painel de Informações do Novo Caged.