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Prefeita devolve para Beto Passos carro e casa entregues em delação

Imagem:Arquivo

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Acordo de colaboração será repactuado

PODE TER RAZÃO

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O vereador Osmar Oleskovicz (PSD) disse na sessão de terça-feira, 27, que o Toyota Corolla que era do ex-prefeito Beto Passos, e que foi entregue mediante acordo de colaboração premiada para ser usado pela prefeitura, teria sido visto no litoral no fim de semana. Pois bem, ele pode ter razão. Isso porque o carro voltou para as mãos de Passos no fim de semana passado. Mais precisamente na sexta-feira à tarde, o carro e as chaves da casa que também foi negociada no acordo foram devolvidos a Passos. A defesa de Passos, feita pela dra Fabíola Bubniak, confirmou a informação.

Como a coluna trouxe na semana passada, Juliana Maciel Hoppe (PL) reiterou que não ficaria com a casa por ela não estar 100% quitada, acumulando dívida de financiamento que passa dos R$ 600 mil. O carro, que estava sendo usado pelo gabinete da prefeita, também tem dívida de R$ 93 mil, a qual Juliana também não estava disposta a assumir.

O Ministério Público (MPSC) chegou a abrir um inquérito para apurar a conduta da prefeita, mas arquivou o procedimento na semana passada. Dessa forma, como o Município recusou, os dois bens foram devolvidos a Passos.

Segundo Fabíola, o acordo de colaboração premiada de Passos será repactuado, considerando a devolução dos bens. “Gostaria de esclarecer que quando a delação foi realizada os bens foram entregues com as dívidas. E a promotoria tinha ciência da existência dessas dívidas”, destaca a advogada.

A repactuação ainda não tem data nem cláusulas definidas. A casa, sabe-se, foi colocada à venda, mas não se sabe se o valor da venda servirá para quitar a dívida com o Bradesco e o eventual restante ficará com Passos ou será entregue a algum fundo público. Somente a repactuação vai responder essa questão, assim como em relação ao carro, também.




CASSAÇÃO

O presidente do UB de Canoinhas, professor James Brey, respondeu no mesmo tom as acusações do vereador Osmar Oleskovicz (PSD), cujo pedido de cassação foi pedido por Brey em representação apresentada em nome do UB na terça-feira, 27.

Em postagem nas redes sociais, Brey disse que “a ação movida na Câmara em nossa visão é justa, pois o referido Vereador sim, falou: ‘Agora só falta bater na Prefeita’. E para que isso não vire praxe na política e na sociedade de Canoinhas, onde o machismo e o coronelismo sempre imperaram, temos o dever, como partido e agremiação coibir tais práticas. O vereador, agora, lamentavelmente, usa da sua posição para se vitimizar.”

Brey segue lembrando que “em nenhum momento essa ação foi de conhecimento da prefeita Juliana, portanto, quando Osmar se refere a minha pessoa, usando a Tribuna da Câmara, para me ofender de ‘pau mandado’, só mostra o quanto é desequilibrado e despreparado para ser representante do povo, ainda mais dos professores, que ‘usa’ para me atacar e se defender diante do ato misógino e grosseiro que cometeu na Câmara de Vereadores.”

Para Brey, o discurso de Oleskovicz “demonstrou mais uma vez o quanto o vereador é homem da velha política, que não reconhece suas falhas, foge da responsabilidade e age sempre de forma machista e demagógica. Seu tom desesperado o desqualifica cada vez mais para ocupar o cargo que possui.”

E segue: “Importante dizer que, ao citar a ação assinada por mim, como ato para prejudicar os professores, o vereador Osmar cria uma narrativa covarde, que visa criar uma cortina de fumaça sobre todos os fatos em que está envolvido. Inclusive acusado pelo município em processo de superfaturamento de livros enquanto foi secretário de seu amigo e aliado, o corrupto confesso Beto Passos.”





SELETIVA

James Brey disse à coluna que ao contrário do que disse em plenário, a vereadora Silmara Gontarek (UB) sabia, sim, da representação contra Oleskovicz. Ao vereador, durante a sessão, ela se disse surpresa com a notícia.





CONFUSÃO

A chamada para professores admitidos em caráter temporário (ACTs) tem provocado confusão em Três Barras. Ontem professores descobriram que o edital, que estabelece máximo de 20 horas por ACT, estaria sendo desrespeitado, com professores sendo admitidos com 40 horas.

A coluna procurou a secretária de Educação, Edith de Souza, mas ela não respondeu ao questionamento até o fechamento desta edição.






TENSO

A tensão escalou em uma audiência pública realizada na tarde de terça-feira, 27, na Câmara de Vereadores de Bela Vista do Toldo. A intenção era apresentar as contas do Município, mas como havia a expectativa da presença do prefeito, pais de alunos da rede pública municipal compareceram a fim de cobrá-lo sobre a precariedade do transporte escolar. O prefeito não apareceu e a sessão descambou para baixaria quando os presentes começaram a cobrar os servidores que lá estavam. Houve corte do microfone e a tensão aumentou com servidores da Câmara sendo xingados.






TEMPERATURA

O PL vai bancar uma pesquisa de intenção de voto para medir a quantas anda a adesão dos canoinhenses ao nome de Juliana Maciel Hoppe (PL). Há desconfiança, alimentada por gente que não gosta da prefeita dentro do próprio partido, de que ela não teria condições de disputar a reeleição.





SITUAÇÃO

Em Três Barras, Ana Claudia Quege (PP) segue favorita, mas uma ala da Câmara, descontente com o tratamento recebido da prefeita, tem buscado se aglutinar com a possibilidade de achar um ungido que tenha condições de bater de frente com a prefeita. Gilson Nagano (PL) foi visitado recentemente por quatro vereadores.





ABSOLVIDO

O Pleno do TRE-SC, por unanimidade, reconheceu a improcedência das Ações de Investigação Judicial Eleitoral propostas pelos candidatos ao cargo de deputado federal nas Eleições de 2022, Ricardo Alba do União Brasil, e Coronel Armando Schroeder, do Partido Liberal (PL), em que pediam a cassação do diploma e a inelegibilidade do deputado federal Fábio Schiochet (foto), do União Brasil, eleito para o cargo no pleito de 2022.

Eles alegavam que Schiochet teria usado de abuso de poder econômico para vencer a eleição.

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