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Operação apreendeu R$ 1,3 milhão em dinheiro e bloqueou quase R$ 300 milhões

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Quinze pessoas seguem presas; Veja outros números da operação

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As 15 prisões preventivas da operação Mensageiro requeridas pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) foram deferidas e mantidas pelo Tribunal de Justiça catarinense. No mesmo dia da deflagração da Operação Mensageiro, na terça-feira, 6, foram realizadas as audiências de custódia presencialmente no Fórum da Comarca de Joinville pela desembargadora relatora Cinthia Beatriz da Silva Bittencourt Schaefer e, representado o MPSC, pelo subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, Fábio de Souza Trajano, e pela promotora de Justiça assessora Caroline Cristine Eller. 

As audiências, que servem para avaliar eventuais ilegalidades durante o cumprimento das prisões, aconteceram durante a tarde e parte da noite. O investigado preso em Brasília – prefeito de Pescaria Brava, Deyvison Souza (MDB) -, também foi apresentado em audiência de custódia naquele local. Da mesma forma, todos 109 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Durante as buscas, foram apreendidos no total mais de R$ 1,3 milhão em espécie localizados nas residências e locais de trabalho dos alvos investigados. Além disso, foram recolhidos para perícia 58 computadores, 85 aparelhos de telefone celular e 140 mídias eletrônicas. Os bens de 25 empresas e 11 pessoas físicas foram bloqueados por ordem do TJSC em mais de R$ 282 milhões.

A operação da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, deflagrada pelo Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e pelo Grupo Especial Anticorrupção (Geac) do MPSC, ocorreu durante todo a terça-feira, 6, nas regiões Norte, Sul, Planalto Norte, Vale do Itapocu, Vale do Itajaí, Alto Vale do Itajaí e Serra catarinenses. O objetivo da investigação é apurar suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina.

 No dia seguinte, quarta, 7, as investigações continuaram com a oitiva de pessoas e organização para análise do material apreendidos. Os documentos e materiais apreendidos irão passar agora por avaliação técnica e as investigações seguem em segredo de justiça. Assim que houver a publicidade dos autos, novas informações poderão ser divulgadas.

UNIÃO DE ESFORÇOS  

 A Operação Mensageiro envolveu cerca de 220 policiais civis, militares e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e 23 promotores de Justiça. Contou com o importante apoio do Gaeco do Ministério Público do Paraná (MPPR) e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) no cumprimento de mandados de prisão de dois envolvidos. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Polícia Civil e a Polícia Científica também prestaram apoio à operação. 

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