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Hospital de Três Barras implementa programa de infraestrutura

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Iniciativa vem ao encontro das exigências feitas pelo Ministério da Saúde

Em reunião realizada nesta terça-feira, 14, para implantação do “Programa de Infraestrutura da Fundação Hospitalar de Três Barras”, as equipes de Humanização, Manutenção Predial, Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), juntamente às do Serviço de Psicologia, Serviço Social e Setor de Compras do Hospital uniram forças para integralizar as ações desses diversos serviços, visando garantir segurança e otimização para as equipes que aqui trabalham e um atendimento eficiente e de qualidade para toda a comunidade que necessita da Assistência do Hospital, prestando um serviço que garanta um atendimento sem riscos.

Essa iniciativa vem ao encontro das exigências feitas pelo Ministério da Saúde por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A legislação diz que as unidades de saúde devem criar e introduzir um plano para gerenciar equipamentos hospitalares. Essa ação deve ser coordenada por um profissional com nível superior, que tem como atividades gerenciar todas as fases: aquisição, implantação, gestão, manutenção preventiva e corretiva dos dispositivos médicos, monitorização e gerenciamento de risco, gerando fichas de acompanhamentos para cada fase. Dessa forma, é possível verificar e corrigir falhas de maneira organizada.

Equipamentos médicos em bom estado nos setores clínicos e hospitalares são benéficos para pacientes, médicos e gestores da área de saúde, pois oferecem segurança em seu manuseio e melhores resultados nos procedimentos realizados pela equipe de saúde.

Uma manutenção preventiva visa prevenir problemas que, eventualmente, venham surgir nos aparatos médicos, já que esses itens, com o tempo, sofrem desgastes.

A Fundação Hospitalar de Três Barras vinha fazendo esses serviços, mas de forma passiva e dentro de suas limitações. Mesmo na busca de cumprir as determinações exigidas pelos órgãos competentes, os gastos foram se tornando altos, pois não havia a prestação de serviço por profissional capacitado em Engenharia da Manutenção Hospitalar que realizasse as tarefas de verificação e manutenção preventiva, ações primordiais para a segurança de todos.

Segundo o engenheiro especialista da instituição, Leonardo Weinfurter, “a manutenção gera economia ao hospital, já que os valores gastos com a aquisição de novos aparelhos são altos. É válido investir em prevenção, pois a instituição garante que esses itens tenham uma duração maior e sejam utilizados por mais tempo, além de não ter de lidar com quebras, trocas de peças ou paralisações de exames de forma inesperada”.

Movidos pelo interesse em realizar um serviço de segurança e atender as necessidades da população e determinações do Ministério da Saúde, a Fundação faz uma junção dos serviços para implementação das atividades.

Segundo a responsável pelo serviço de Hotelaria da Fundação Hospitalar – Ana Paula, “com esses serviços unidos a Instituição busca na Hotelaria Hospitalar criar e organizar um espaço humano, contribuindo para o aprimoramento de todo o sistema institucional”. Isso quer dizer que médicos e outros profissionais da saúde devem prestar um serviço de qualidade e oferecer um atendimento humanizado, seja no acolhimento, com instalações adequadas e seguras, minimizando riscos e proporcionando o conforto necessário para o período de internação, seja no entretenimento com passatempos pensados para todas as áreas e faixas etárias com elementos fundamentais para a melhoria da qualidade de vida durante a experiência hospitalar, tanto em salas de espera como na internação, seja na alimentação, que é a arte de integrar a patologia do paciente com uma dieta individualizada, junto a técnicas gastronômicas, de uma forma interativa com o processo de escolha, considerando aversões e preferências e uma boa apresentação.

Além disso, pacientes, familiares e cuidadores permanecem em um ambiente seguro e confortável, o que colabora diretamente para uma melhor recuperação.

A psicóloga da Fundação Hospitalar, Juliana Gontarek Augusto, diz que “no hospital a humanização é essencial para aumentar a eficácia do tratamento e do bem-estar dos pacientes. Para isso, é fundamental o ambiente ser adequado, harmonioso além do tratamento prestado ao paciente. Quando você alia várias pessoas, de especialidades diferentes, em prol do mesmo objetivo, pensando em um atendimento de qualidade e também humanizado, o paciente tem mais chances de apresentar melhoras em um curto espaço de tempo e, além disso, o atendimento humanizado é um dos pilares que definem o conceito de saúde.”

O princípio básico desse novo trabalho é reduzir o mal-estar do paciente interno em um hospital. Por isso, o conceito está fortemente associado à humanização do atendimento, levando em consideração integridade física amparado no Programa de Manutenção, privacidade, respeito aos valores pessoais dos pacientes e qualidade do atendimento. Essa nova forma de trabalho irá proporcionar uma vivência mais humana e menos sofrida para profissionais de saúde e pacientes. Em última visita da Vigilância Sanitária o Hospital recebeu apoio e o reconhecimento pela implantação de suma importância para segurança de todos.

“O nosso Hospital era porte 1 e passou na classificação do Estado para o porte 2, o que implicará em um crescimento a fim de melhorar o atendimento para a comunidade”, enfatiza a diretora administrativa, Luciane Tizatto Weinfurter.