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1º de fevereiro de 2021

 

 

Folha de S.Paulo

Centrão é favorito para o comando da Câmara

As eleições desta segunda (1º) no Congresso podem levar de volta ao comando da Câmara dos Deputados o grupo de siglas conhecido como centrão, montado por Eduardo Cunha (MDB-RJ) em 2014 e, atualmente, responsável pela base de sustentação do governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

Apoiado pelo presidente da República, Arthur Lira (PP-AL) é o favorito na disputa e tem hoje o papel de líder inconteste do centrão, posto que foi de Cunha —presidente da Câmara de fevereiro de 2015 a maio de 2016, quando foi afastado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal e acabou, depois, sendo cassado e preso em decorrência da Operação Lava Jato.

Seu principal concorrente é Baleia Rossi (MDB-SP), candidato de Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara e hoje um dos principais adversários de Bolsonaro.

No Senado, o favoritismo é de Rodrigo Pacheco (DEM-RJ), que não integra o centrão, mas teve a candidatura costurada pelo atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e também tem a simpatia e o apoio de Bolsonaro e do centrão. Ele tem como principal rival a emedebista Simone Tebet (MS).

 

 

 

 

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O Estado de S.Paulo

Sob ingerência do Planalto, Congresso elege presidentes

Numa sessão presencial que deve reunir cerca de 3 mil pessoas, entre parlamentares, funcionários e jornalistas, o Congresso inicia hoje o ano legislativo com a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado. A sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e de Davi Alcolumbre (DEM-AP) se tornou um embate entre o bolsonarismo e seus adversários. A disputa também é uma espécie de largada para as articulações que miram 2022. Os candidatos Arthur Lira (Progressistas-al), na Câmara, e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), no Senado, contam com apoio do governo federal e chegam à eleição com vantagem sobre Baleia Rossi (MDB-SP) e Simone Tebet (MDB-MS), respectivamente, conforme levantamento do Estadão. O presidente Jair Bolsonaro não poupou esforços para impulsionar os candidatos aliados. O governo liberou R$ 3 bilhões em recursos extras para emendas de 285 parlamentares e prometeu cargos para arregimentar apoios para Lira e Pacheco. Com isso, reforçou laços com o Centrão. Ontem, a bancada do DEM decidiu adotar postura de neutralidade na eleição da Câmara e deixou o bloco de apoio a Rossi.

 

 

 

 

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O Globo

Aliados de Bolsonaro, Lira e Pacheco chegam com vantagem para a eleição no Congresso nesta segunda-feira

Com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, o deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) chegam com amplo favoritismo para a eleição, hoje, que definirá os novos presidentes de Câmara e Senado. Na noite de ontem, a Executiva Nacional do DEM, partido do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), anunciou a ruptura com o bloco de Baleia Rossi (MDB-SP) na Casa. Maia é o principal fiador da candidatura do emedebista.

 

 

 

 

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