Vereador de Major Vieira alega “simplicidade” como impedimento para investigar prefeito


Diogo Sudoski respondeu a críticas de seus próprios colegas que confessaram omissão da Câmara

 

 

MEA CULPA

O vereador de Major Vieira, Diogo Sudoski, surpreendeu ao alegar “simplicidade” dele e dos demais colegas como razão para não investigar a conduta do prefeito Orildo Severgnini (MDB), preso na semana passada na operação Et Pater Filium que investiga várias suspeitas de fraudes em licitações. A declaração ocorreu na sessão desta segunda-feira, 17.

 

 

 

Ele complementava fala do colega Juraci Alievi, que disse que fiscalizar o poder executivo “é o principal papel do vereador. Estamos aí para fiscalizar, mas não temos o direito de entrar na casa do prefeito e do filho dele. Então saiu melhor do que nós conseguiríamos fazer”, concluiu se referindo à ação do Ministério Público de Santa Catarina.

 

 

 

 

“A gente, na nossa simplicidade, de que maneira poderíamos fazer?. Os requerimentos da vereadora Vilma sempre foram respondidos”, disse Sudoski. Vilma Kiem respondeu lembrando que foram respondidos na base da grosseria. “Ele (sem falar o nome do prefeito) sempre foi muito grosseiro, muito estúpido. A gente devia ir mais atrás. Quando perguntamos sobre os gastos com a covid foi extremamente grosseiro na resposta. A gente desanima com isso. Esperamos menos grito e menos estupidez no rádio com essa nova política”, disse se referindo ao espaço que Orildo ocupava na rádio local.

 

 

 

 

 

Márcio Veiga, único vereador de oposição a Orildo depois de Vilma, lembrou que o pedido para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o prefeito foi assinado somente pelos dois. “Se fizéssemos uma CPI terminaria o mandato nosso e iria para o próximo. Melhor aguardar os resultados dessa investigação para ver qual o caminho devemos seguir”, rebateu Agostinho Barrankievicz, ignorando que uma CPI tem prazo de 90 dias para ser concluída, ou seja, seria finalizada neste mandato.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi vergonhoso para a cidade. A máscara caiu para muitos de nós, inclusive para ele. E agora, como fica esse político perante a sociedade?

Da vereadora Vilma Kiem durante a sessão de ontem da Câmara de Major Vieira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

HOMENAGEM

Schumacher, prefeito de Canoinhas no período de 01/02/1970 a 31/01/1973/Fátima Santos

A Câmara de Vereadores de Canoinhas aprovou nesta segunda-feira, 16, que o Centro de Cidadania que funciona no antigo Fórum passe a ser denominada como Alcides Schumacher, homenagem ao ex-prefeito de Canoinhas falecido em abril deste ano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RETORNO

O ex-prefeito de Irineópolis, Wanderlei Lezan (MDB) deve tentar retornar ao cargo nas eleições deste ano. Deve enfrentar o ex-secretário de Administração, Lademir Arcari, apoiado pelo atual prefeito Juliano Pereira (PSDB). Circe Neppel será candidata a vice.

 

 

 

 

 

 

 

CORREIOS

Google Street View

A agência dos Correios de Canoinhas está fechada nesta terça-feira, 18, mas não é por adesão à greve nacional. Uma limpeza por causa da pandemia está sendo feita no prédio, procedimento que vem sendo adotado em todo o País. Nesta quarta-feira, 19, a agência volta a atender normalmente.

 

 

 

 

 

 

 

LUTO

Morreu nesta segunda-feira, 17, o presidente da Câmara de Vereadores de Porto Vitória, Luiz Carlos Barbosa (PTB), após 20 dias de internação em União da Vitória. Ele foi mais uma das vítimas da covid-19.

 

 

 

 

A sessão da Câmara desta segunda-feira foi suspensa e será decretado luto oficial de três dias no município.

 

 

 

Quem assume a presidência é o vice Mauro Alvino Ressel (PSD).

 

 

 

 

 

 

 

 

R$ 171,5 milhões

já foram liberados pelo governador Carlos Moisés em emendas na tentativa de se livrar do impeachment

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TRANSPARÊNCIA

O Portal da Transparência do Poder Executivo, mantido pela Controladoria-Geral do Estado, criou uma consulta exclusiva para despesas relativas ao enfrentamento dos efeitos do ciclone que atingiu Santa Catarina no dia 30 de junho. O objetivo é facilitar o acesso e a análise das informações sobre as despesas feitas para auxílio financeiro aos municípios atingidos pela situação de anormalidade.

 

 

 

 

Além do valor total do orçamento comprometido – R$ 19, 1 milhões, a consulta traz uma análise detalhada com a possibilidade de filtragem das informações de diversas formas, como por credor ou órgão. A separação foi possível devido à utilização do complemento 120 (ciclone extratropical) utilizado obrigatoriamente nas notas de empenho relativas ao evento.

 

 

 

 

 

 

Para fazer a consulta basta acessar www.transparencia.sc.gov.br e clicar no banner Ciclone 2020, que está logo abaixo do menu principal, junto ao banner da área de despesas do enfrentamento à covid-19.





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