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Veja quantas e de onde vêm as vacinas encomendadas pelo Brasil

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Calendário é uma previsão apresentada nesta 2ª pelo agora ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

 

 

 

Com o acerto realizado com a Pfizer e a Johnson, anunciados nesta segunda-feira, 15, o Brasil tem a receber, até dezembro, 545,5 milhões de doses. Assim, o país pode chegar ao fim do primeiro semestre com todos os grupos prioritários vacinados caso o cronograma apresentado pelo agora ex-ministro Eduardo Pazuello, seja confirmado. Confira abaixo a previsão de entrega, mês a mês, de cada imunizante no Brasil.

 

 

A entrega de novas doses começou a deslanchar nesta segunda-feira, 15. O Instituto Butantan entregou ao Ministério da Saúde mais 3,3 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus. Ao todo, já foram fornecidos 20,6 milhões de doses do imunizante CoronaVac, desenvolvido em parceria com laboratório chinês Sinovac, para serem distribuídas a todas as regiões do país, por meio do Programa Nacional de Imunizações.

 

 

 

 

Pelo cronograma apresentado pelo Butantan, na próxima quarta-feira, 17, deve ser enviada mais uma remessa com 2 milhões de vacinas e, até o fim do mês, o instituto prevê fornecer um total de 22,6 milhões de doses. Até o fim de abril, a previsão é que tenham sido entregues 46 milhões de doses, conforme o contrato com o governo federal.

 

 

Outro lote com 1,080 milhão de doses de vacinas produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) será estregue também nesta semana ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

 

 

Serão disponibilizadas 500 mil doses na quarta-feira, 17, e mais 580 mil até sexta-feira, 19. Em março, segundo a Fiocruz, será entregue um total de 3,8 milhões de doses da vacinas. Na sexta-feira, 12, uma segunda linha de produção entrou em operação, o que vai permitir o aumento da capacidade produtiva de Bio-Manguinhos/Fiocruz. A expectativa é chegar até o final do mês com uma produção de cerca de 1 milhão de doses por dia.

 

 

 

A vacina fabricada pela Fiocruz foi desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca. Para sua efetividade completa, ela necessita de duas doses, em um intervalo de oito a 12 semanas.

 

 

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o uso do imunizante inclusive para as novas variantes que vêm circulando no Brasil e em outros países, como a África do Sul. A vacina previne os casos graves e as hospitalizações por covid-19. De acordo com os estudos publicados sobre a vacina Oxford-AstraZeneca, sua eficácia geral é de 82%.

 

 

 

A equipe do Ministério mantém também tratativas com a farmacêutica Moderna e a Sinopharm – esta ainda em estado inicial – para a compra de mais 13 milhões de doses, que não entraram na soma total apresentada pelo ex-ministro.

 

 

 

Na coletiva desta segunda, Pazuello destacou que até o final do 1º semestre o programa de vacinação terá contemplado todos os públicos prioritários, e que até 2021 ele poderá atingir a totalidade dos brasileiros, com exceção daqueles contraindicados para receber a vacina ou sem eficácia ainda comprovada em testes, como imunodeprimidos, gestantes e crianças.

 

 

 

“Vamos vacinar até o meio do ano grupos prioritários e uma boa parte da população. Chegaremos à metade [da população]. E vamos chegar até o fim de 2021 com toda a população. Com a oferta de vacinas crescendo é provável que a velocidade aumente”, ressaltou.