Trama de Não Fale com Estranhos prende do início ao fim


Netflix/Divulgação

Produção inglesa tem roteiro afinado e redondinho

 

 

BOM PRA MARATONAR

A Netflix, além de todas as revoluções que promoveu no modo como se consome entretenimento no mundo, nos permitiu conhecer o que de melhor há em termos audiovisuais no mundo. O que antes só se via se viajasse para fora ou contrabandeasse pelos dutos escuros da internet e se legendasse por meio de serviços igualmente obscuros, está a um clique da nossa vontade de conhecer algo que fuja do óbvio hollywoodiano e do que já conhecemos da produção nacional.

 

 

 

 

Baseada no best-seller homônimo de Harlan Coben, a britânica Não Fale com Estranhos (The Stranger) é mais um belo exemplo da riqueza do conteúdo da gigante do streaming. 

 

 

 

 

No começo tudo são flores. Adam Price (Richard Armitage) faz o pai de uma família da classe média britânica que tem uma vida perfeita: casado com uma esposa que o ama, bem-sucedido no trabalho e tem um excelente relacionamento com os filhos. Tudo estava bem até que uma desconhecida (Hannah John-Kamen) aparece e revela a ele um segredo capaz de acabar com o seu casamento. Paralelo a isso, também conhecemos a detetive Johanna Griffin (Siobhan Finneran), uma mulher recém-divorciada e em vias de se aposentar. Sem saber o que fazer com a sua vida, ela programa uma viagem há muito tempo desejada com sua melhor amiga. O problema é que, dias após decidirem partir, a amiga é encontrada assassinada dentro de seu próprio restaurante. Soma-se uma alpaca decapitada e um adolescente encontrado nu e inconsciente no meio da floresta. Está formado o cenário perfeito para muita intriga e mistérios que se renovam não deixando o interesse do espectador diminuir ao longo dos oito episódios dessa primeira temporada.

 

 

 

A série é ideal para maratonar não por causa da duração, mas porque, acredite, seu interesse ficará tão aguçado que será quase irresistível deixar o episódio seguinte para depois.





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