STJ soltaTemer, Ministérios podem voltar e Guedes cobra ação para tirar país ‘do fundo do poço’ em destaque

Michel Temer. Antonio Cruz/Agência Brasil

15 de Maio de 2019

 

Diário Catarinense


Doação de órgãos faz de Santa Catarina referência em solidariedade

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O Globo

 

Manchete: Guedes cobra do Congresso ação para tirar país ‘do fundo do poço’

Ministro defende aprovação da reforma da Previdência e vê Brasil ‘à beira do abismo fiscal’

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ontem que está nas mãos do Congresso tirar o país “do fundo do poço’’, com medidas como a reforma da Previdência. Em audiência na Comissão Mista do Orçamento, Guedes citou a revisão para baixo da previsão de crescimento do PIB, agora em 1,5% este ano.
“O que fizemos para a economia crescer? Não aprovamos nada. Só na base da saliva, do sonho?’’, disse. Para ele, o país, que precisa de crédito suplementar de R$ 248 bilhões, está “à beira do abismo fiscal’’. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse em Nova York que há risco de colapso social. (Página 21)

 

Câmara convoca Weintraub e impõe derrota ao governo

Numa articulação de partidos do centrão e da oposição, a Câmara dos Deputados convocou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, para falar hoje no plenário sobre os cortes no setor. Em outro ato de hostilidade ao governo, líderes do PP e do DEM cancelaram encontro com o presidente Bolsonaro. (Páginas 8 e 27)

 

Caso Flávio: quebra de sigilo atinge 55 pessoas da Alerj

Entre os alvos da quebra de sigilo na investigação sobre suposto esquema de rachadinha do ex-deputado Flávio Bolsonaro, hoje senador, estão 55 funcionários ou ex-servidores da Alerj, entre eles um primo do filho do presidente. Em outra frente, o MP apura a origem do dinheiro em transações imobiliárias de Flávio. (Página 4)

 

STJ decide, por unanimidade, libertar Temer

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por 4 votos a 0, conceder a liberdade ao ex-presidente Michel Temer e ao coronel Lima. Os dois devem deixar a prisão hoje, mas terão que cumprir medidas cautelares e entregar o passaporte. (Página 12)

 

Linha de crédito do BNDES pode chegar a R$ 1 bi (Página 22)

 

Parecer do MPF vê ilegalidade em decreto (Página 10)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete: ‘A realidade é que estamos no fundo do poço’, diz Guedes

Para o ministro, País está ‘à beira de um abismo fiscal’; com atividade econômica fraca, economistas veem espaço para corte de até 1 ponto porcentual na taxa Selic

Em audiência na Comissão Mista do Orçamento do Congresso, o ministro Paulo Guedes (Economia) disse que “o Brasil está prisioneiro da armadilha do baixo crescimento” e “à beira de um abismo fiscal”. “Não adianta achar que vamos crescer 3%, a realidade é que estamos no fundo do poço”, afirmou. O governo já trabalha com uma estimativa menor para o crescimento da economia neste ano, em torno de 1,5%. Com isso, o corte de despesas deve ser ampliado. Depois de um contingenciamento de R$ 30 bilhões anunciado em março, a projeção é de um corte adicional de cerca de R$ 5 bilhões. Os fracos resultados no comércio e na indústria, aliados à queda de 0,7% na atividade do setor de serviços em março, reforçaram a percepção de que a atividade econômica no 1.º trimestre foi mais baixa do que se esperava. Economistas ouvidos pelo Estado dizem que há espaço para que o Banco Central corte a taxa básica de juros (a Selic), hoje em 6,5%, em até um ponto. (Economia / Págs. B1, B3 e B4)

 

Universidades federais fazem atos hoje contra cortes de verba

Em resposta ao bloqueio de 30% dos orçamentos decidido pelo MEC, pelo menos 75 das 102 universidades e institutos federais do País convocaram protestos para hoje. Eles terão apoio de universidades públicas estaduais. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que as universidades devem deixar de ser tratadas como “torres de marfim” e não descartou novos cortes. (Metrópole / Pág. A14)

 

Em novo revés do governo, Câmara convoca Weintraub

Deputados aprovaram ontem, por 307 votos a 82, a convocação do ministro Abraham Weintraub para explicar os cortes no MEC. A articulação para a convocação passou pelos líderes do Centrão, que se recusaram a participar de reunião com Jair Bolsonaro no Planalto. Os líderes do DEM, Elmar Nascimento, e do PP, Arthur Lira, alegaram “momento inoportuno” para o encontro. (Política / Pág. A4)

 

Particulares aderem à greve

Pelo menos 33 escolas da rede privada de SP aderiram à paralisação. Federação de escolas particulares recomenda corte de ponto de quem parar. (Pág. A15)

 

Ministérios podem voltar

A MP da reforma administrativa perde a validade em 3 de junho. Se não for aprovada até lá, o governo pode ter de recriar até dez ministérios. (Pág. A8)



 

Condomínio não pode vetar animais, decide STJ Metrópole / Pág. A16

 

SP confirma 1º caso de sarampo em 4 anos (Metrópole / Pág. A16)

 

Por unanimidade, STJ solta Temer e coronel Lima

Por 4 votos a 0, a 6.ª Turma do STJ mandou soltar Michel Temer e o coronel Lima, presos desde quinta. O presidente da Turma, ministro Nefi Cordeiro, enfatizou que não se pode prender apenas “como resposta a desejos sociais”. (Política / Pág. A10)

 

De novo à beira da recessão

Um grande fiasco pode marcar o primeiro ano do governo Bolsonaro: a recuperação econômica foi interrompida, a produção de bens e serviços pode ter encolhido no primeiro trimestre e o futuro continua ameaçado. (Pág. A3)

 

 

O desafio do presidente

Quando um presidente admite não saber como formar sua base é o caso de dar razão aos que estão pessimistas. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete: Governo quer mais FGTS no Minha Casa Minha Vida

Gestão Bolsonaro estuda uso de recursos do fundo para cobrir gastos com subsídios elevados do programa

Sem verba para manter o Minha Casa Minha Vida, o governo federal estuda reduzir de 10% para 3% sua participação no subsídio de faixas do programa. Recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) seriam usados para repor essa diferença.

A diminuição da participação seria uma forma de destravar o programa e permitir novas contratações. No fim de abril, o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, anunciou que o governo teria recursos só até junho para manter seu funcionamento.

A redução da participação se daria nas faixas 1,5 e 2 do programa habitacional.

Pelas regras em vigor, os subsídios vão até R$ 47,5 mil nos imóveis da faixa 1,5, voltado p ara famílias com renda até R$ 2.600, e até R$ 29 mil na faixa 2, para as que têm renda até R$ 4.000.

Atualmente a maior parte dos incentivos já vem do orçamento do FGTS (90%). A fatia do Tesouro Nacional seria reduzida para 3%.

Com menos necessidade de aporte do governo, a ex-pectativa é a de que mais famílias possam ser atendidas pelo programa. (Mercado A17)

 

Com críticas a abusos da Justiça, STJ solta Temer

Por unanimidade, a 6ª Turma do STJ determinou a soltura do ex-presidente Michel Temer (MDB), preso preventivamente em São Paulo desde quinta, 9. João Baptista Lima Filho, amigo de Temer e acusado de operar propina, também foi liberado. Em tom crítico, ministros usaram expressões como “indevida antecipação de pena” e “caça às bruxas”. (Poder A4)

 

Após ser alvo de fake news, general pede investigação 

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, disse à Folha ter sido alvo de montagem criminosa que tinha como objetivo “criar atrito, falar mal do presidente, um absurdo”. (Poder A8)

 

Feliciano ataca militares e diz não ser mais idiota (Pág. A8)

 

Protestos são convocados contra cortes de verba para educação

Manifestações previstas para hoje foram organizadas por sindicatos de professores e servidores de universidades. Devem ter a adesão de estudantes e trabalhadores da educação das redes pública e privada de ensino fundamental e médio. Dezenas de escolas particulares em São Paulo, no Rio e em outros estados planejam parar. O principal objetivo é mostrar à população a importância das universidades no ensino, na pesquisa e na prestação de serviços à sociedade. (Cotidiano B1)

 

Bloqueios podem asfixiar ciência do país, diz Paulo Hoff

O médico oncologista Paulo Hoff, 50, vê compre ocupação os cortes em educação e ciência realizados pelo atual governo. “Todos nós queremos o melhor uso do recurso público, mas isso dificilmente se resolve no facão”, (Saúde B7)

 

Gestão Doria dá inicio a mudança administrativa na TV Cultura (Pág. C1)

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