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Sob pressão, Bolsonaro já discute sucessão de Pazuello, Gabigol no cassino e mortes fora de leitos de UTI em destaque nesta 2ª

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15 de março de 2021

 

 

O Globo

Pressionado, Bolsonaro já discute sucessão de Pazuello

O ministro Eduardo Pazuello pode ser substituído da pasta da Saúde por um nome da área. Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro passou a avaliar a mudança. No sábado, o assunto foi tratado em conversa dele com o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL). No final do dia, Bolsonaro se reuniu com os ministros Eduardo Pazuello, Walter Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Fernando Azevedo (Defesa) no hotel de Trânsito do Exército, onde mora Pazuello.

 

 

 

 

 

 

  • Interferência do Planalto é principal entrave para avanços
  • Presidente é aconselhado a mudar o tom e se vacinar
  • Corte de verba gera tensão entre governo e PF
  • STF concede prisão domiciliar a Daniel Silveira
  • Empresas tentam atrair brasileiros que estudam fora
  • Estados não dão equipamento para ensino remoto
  • Rio já pagou R$ 8,4 milhões a afastados do TCE
  • Crise e pandemia criam um vazio na memória do Rio
  • Países apertam cerco a monopólio do Google com novas leis
  • Ex-presidente interina da Bolívia é acusada de golpe na Justiça

 

 

 

 

 

 

 

O Estado de S. Paulo

Sob pressão, Bolsonaro busca substituto para Pazuello

No ápice da pandemia no Brasil, o governo Jair Bolsonaro procura seu quarto ministro da Saúde. Pressionado pela explosão de mortes e internações por covid-19 e frustrações na campanha de vacinação, o presidente decidiu trocar o comando da pasta ocupada pelo general Eduardo Pazuello. Políticos que participam das conversas com o Planalto dizem que Pazuello se inviabilizou como ministro. A questão é saber quem assumirá o posto. Cotada para a vaga, a cardiologista Ludhmila Hajjar se reuniu com Bolsonaro na tarde de ontem no Palácio da Alvorada. A conversa, no entanto, foi inconclusiva. A médica tem postura favorável ao isolamento social como forma de combater o avanço do vírus e já criticou o uso da cloroquina. Oficialmente, o governo deve alegar que Pazuello está cansado e pediu para ser substituído. Em nota, porém, o general disse que segue ministro e não está “doente”. “Não entreguei o meu cargo e o presidente não o pediu, mas o entregarei assim que o presidente solicitar.”

 

 

 

 

 

  • Mais 158 km para bikes Silveira vai para prisão domiciliar com tornozeleira
  • Banco Central vive dilema de ter de subir juro na crise
  • Covid-19 deixa centenas de bebês órfãos
  • Média anual de mortes cresce 7 vezes na pandemia
  • Polícia flagra Gabigol em cassino clandestino em SP

 

 

 

 

 

 

Folha de S. Paulo

Sob pressão, Bolsonaro busca seu quarto ministro da Saúde

Pressionado pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro busca um substituto para o general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde. Caso a troca se confirme nos próximos dias, o país terá seu quarto ministro em pouco mais de 12 meses de pandemia.

Conforme informou a coluna de Monica Bergamo, a cardiologista Ludhmila Hajjar, do Incor e da rede de hospitais Vila Nova Star, esteve em Brasília neste domingo para conversar com o presidente sobre a possibilidade de assumir a pasta. O martelo não foi batido. Ela tem apoio de líderes do chamado “centrão”.

A notícia da possível troca foi dada primeiro pelo site G1 e pelo jornal O Globo neste domingo (14). Segundo o diário carioca, o ministro pediu para sair alegando problemas de saúde. A Folha confirmou que Pazuello disse ao presidente ter problemas cardíacos e que não se recuperou 100% das sequelas da Covid-19, que contraiu em outubro.

Publicamente, o general Pazuello disse que, por ora, continua chefiando a pasta.

“Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”, afirmou, em declaração distribuída por assessores do ministro.

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Vacinação só atingiu um terço dos prioritários
  • Ao menos 72 mil morreram de Covid fora de leitos de UTI
  • São Paulo entra hoje em fase emergencial
  • Vilma Reis – PT não pode voltar ao poder sem levar mulheres negras
  • Lava Jato do PR se esvazia com decisão do Supremo
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  • Domésticos sem trabalho podem ter seguro maior
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