Shazam! diverte e desperta recordações nos trintões

Divulgação

Filme está em cartaz no CineMax Canoinhas

 

 

LEMBRANÇAS DO PASSADO

 


Shazam!, em cartaz no CineMax Canoinhas, pega carona na malandragem de Deadpool, porém, com uma linguagem bem mais inocente. Essa diferença em relação ao herói (ou seria anti-herói?) da Marvel garante a Shazam! (da DC Comics) uma graça que remete a uma nova franquia surgindo nos cinemas.

 

 

Aliás, essa ideia do herói politicamente incorreto que beira o ridículo ao se achar onipotente é um indício claro de que tanto a Marvel quanto a DC Comics já se ligaram que a fórmula pura e simples de salvador do mundo cara dura já se esgotou. A operação em bloco, como no caso de Vingadores e Liga da Justiça é outra aposta em algo diferente. Essa mais antiga. Não que comédia e heroísmo sejam novos. Guardiões da Galáxia deu o tom a todos que vieram em seguida.

 

 

Shazam! reúne elementos de Guardiões da Galáxia também. As referências aos anos 1980 e 1990 são bem encaixadas na trama e quem viveu essa época se diverte reconhecendo-as. É o caso da casa para onde vai o rejeitado Billy Batson (Asher Angel). “Que casa mais antiquada”, diz o vilão Doutor Thaddeus Sivana. Também pudera. As referências a residência de Mickey de Os Gonnies dão o tom da decoração. Nessa casa mora um grupo de seis crianças e adolescentes adotados pelo casal fofo que agradece por ter, quando crianças, encontrado uma família, enchendo a própria casa de filhos adotivos.

 

 

É no contato com os irmãos adotivos que Billy se transforma em herói com superpoderes. O menino que se transforma em adulto num simples “Shazam!” tem tudo a ver com, você sabe, Josh (Tom Hanks) em Quero Ser Grande. Pra ficar mais claro tem uma perseguição em uma loja de brinquedos, com direito, obviamente, ao teclado gigante acionado com os pés.

 

 

As referências alcançam até os anos 1970 com a icônica corridinha de Stalone até a escadaria do Museu de Arte da Filadélfia no oscarizado Rocky, um lutador, de 1976.

 

 



O que Shazam! tem de mais divertido, porém, são as trapalhadas do menino-herói ao tentar lidar com seus poderes. O recém-irmão Freddy Freeman (Jack Dylan Grazer) deixa as cenas ainda mais divertidas. Apesar da agilidade do roteiro, a química com os irmãos, que deve se aprofundar nos próximos filmes, dá certo. Vale o ingresso, com certeza.

 

 

 

O INVERNO CHEGOU

O beijo dos protagonistas sob olhar aprovador/Reprodução

A estreia da 8ª temporada de Game of Thrones aumentou a audiência da série, mas não agradou aos fãs mais exigentes. Desde que Jon Snow ressuscitou há um insuspeito clima de novelão na trama, o que se agravou com o seu romance açucarado agora, com a mãe dos dragões. O passeio de dragão seguido de um “poderia viver mil anos com você aqui” confirmou essa suspeita.

 

 

A esperar para um veredito. Ao que tudo indica o segundo episódio será, a exemplo desse primeiro, para alinhar as tantas histórias. Tudo para culminar na eletrizante batalha entre o exército de zumbis do gelo e o liderado por Jon Snow. O que virá depois? É isso que nos move a todos para ver até o fim a série mais bem-sucedida dos últimos tempos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 




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