“Sedação consciente” acaba com dores e diminui medo dos pacientes em consultórios odontológicos


Sedação consciente promete deixar os tratamentos mais tranquilos. Divulgação

Método é descomplicado e pode ser realizado em qualquer procedimento

 

O Brasil é considerado o País onde há mais dentistas no mundo, segundo dados do IBGE e do Ibope. Entretanto, cerca de 40 milhões de brasileiros não possuem todos os dentes e têm que recorrer a próteses dentárias, fixas ou removíveis, para apresentarem um sorriso mais bonito. Muitos casos de perda dentária poderiam ser evitados com o acompanhamento médico, mas o medo de sentir dor faz com que muitas pessoas deixem de ir ao consultório odontológico, apesar de alguns procedimentos serem realizados com anestesias locais. Para minimizar esse sofrimento, o mercado odontológico desenvolveu uma sedação consciente, que promete deixar os tratamentos mais tranquilos.

 

 

 

“A sedação consciente é uma depressão mínima do nível de consciência, onde é mantida a respiração espontânea, os reflexos protetores e a capacidade de resposta a estímulos físicos e comandos verbais”, explica a Dra. Bruna Araujo dos Santos, especialista em implantodontia e diretora técnica da Oral Unic Implantes Curitiba. O método utilizado no consultório é de aplicação endovenosa, feito por um médico anestesista.

 

 

 

 

 

Dra. Bruna alerta que é importante o acompanhamento do profissional de medicina durante todo o procedimento. “O paciente se mantém acordado e consciente e a recuperação é completa e rápida”, reforça a diretora. Um dos procedimentos que utiliza a sedação consciente é o implante, que é um dos que mais assustam os pacientes e que consiste na implantação de um pino de titânio para substituir a raiz do dente perdido. “Cada caso é avaliado individualmente, mas, normalmente, é preciso ter gengivas saudáveis e ossos capazes de sustentar o novo dente para realizar o implante”, explica a dentista. Além disso, é preciso ter mais de 17 anos para se submeter ao procedimento, que é quando termina o processo de formação dos ossos faciais. “Respeitar essa idade é importante para não ter problemas futuros, além de aumentar o sucesso do procedimento”, finaliza.





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