domingo, 17

de

outubro

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2021

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Secretários de Alberti voltam para a Câmara de Vereadores

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Anselmo Woidella e José Gilvane Machado haviam deixado mandatos para ajudar Adelmo Alberti

RETORNO

Os vereadores Anselmo Woidella e José Gilvane Machado retomaram suas respectivas vagas na Câmara de Vereadores de Bela Vista do Toldo nesta terça-feira, 20. Eles estavam afastados desde o começo do ano para assumir, respectivamente, as Secretarias de Agricultura e Saúde do governo Adelmo Alberti.

Dessa forma, deixam a Câmara os suplentes Valdecir Krauss e Jefferson Dreher.

O movimento mostra disposição do prefeito em exercício, Alfredo Cézar Dreher (Podemos) de promover mudanças no secretariado.

Na Saúde entrou o quarto suplente do PSL, Adilson Farias, mais conhecido como Bugio.

Já na Agricultura ainda não se tem o novo titular.






VACINAÇÃO

Santa Catarina atingiu a marca de 20% da população adulta imunizada contra a Covid-19 com duas doses ou vacina de dose única, segundo dados do Vacinômetro do Estado. Isto significa que a cada cinco adultos, um está totalmente imunizado contra a doença. São 1.159.597 catarinenses nesta situação. Pensando nos grupos prioritários, o Estado já atingiu 97,2% com a primeira dose e 45,81% com a segunda.





AMEAÇADO

Reprodução

O deputado estadual Kennedy Nunes (PTB) mostrou, ao vivo, uma pistola 9 milímetros que levava na cintura durante uma entrevista à rádio 105 FM, de Jaraguá do Sul, na manhã de segunda-feira, 19. O parlamentar afirmou que teve o porte autorizado pela Polícia Federal porque teria recebido ameaças.






EXPANSÃO

A Caixa Econômica anunciou ontem a criação de mais 268 agências por todo o Brasil. Em Santa Catarina, Itapema e Videira serão contempladas.




EM QUEDA

A pandemia continua fazendo estragos nas contas do showbiz. Os rendimentos em direitos autorais no primeiro semestre caíram 19% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo um levantamento inédito do Ecad.




O GASTADOR

A aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias pelo Congresso, na quinta-feira passada, jogou luz sobre o modo como é feita a distribuição de dinheiro público aos partidos no País. Apesar da repercussão negativa, por ter sido discutida em meio à crise sanitária, o volume dos recursos que os parlamentares destinam às próprias siglas é, há tempos, sem precedentes quando comparado com a realidade de outras democracias.

Um estudo do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), que reuniu dados de 35 nações entre 2012 e 2020, aponta que o Brasil é o país que mais envia dinheiro público para partidos e campanhas políticas. Juntas, as siglas brasileiras recebem, em média, US$ 446 milhões por ano (R$ 2,2 bilhões) dos fundos eleitoral e partidário. No ano que vem, quando serão realizadas as eleições estadual e federal, o montante será de R$ 5,7 bilhões, graças à LDO.

Se o presidente Bolsonaro sancionar o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, o Brasil liderará com folga a lista de países com a eleição mais cara do mundo para os cofres públicos.





R$ 1 bilhão

é quanto farmacêuticas faturaram vencendo ‘kit covid’ com remédios sem eficácia contra a doença