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SC: assassina do pai não citou caso Richthofen, diz delegado

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Adolescentes confessaram o crime

Um policial civil de 46 anos identificado como Neife Luiz Werlang foi encontrado morto com três facadas no pescoço em sua casa em São Miguel do Oeste, na sexta-feira, 15.

O delegado responsável pelo caso,  João Westphal Martins, explicou que a investigação do caso começou ainda na noite de sexta-feira e se estendeu durante a madrugada deste sábado, 16.

Durante o processo investigatório, as suspeitas recaíram sobre a filha da vítima, uma adolescente menor de idade e sua amiga. Elas teriam premeditado o crime com base no caso Suzane Richthofen – jovem que com a ajuda do namorado da época e do cunhado assassinaram os pais em 2002.

As adolescentes, segundo a imprensa catarinense, confessaram o crime e contaram que se inspiraram na história de Suzane pois ela era tratada como uma celebridade vítima da sociedade, por isso as adolescentes acreditavam que alcançariam a mesma fama.

O delegado que cuida do caso, contudo, negou a informação. Apesar da hipótese ter sido inicialmente levantada, Martins disse ao portal NSC Total que elas não mencionaram Suzane ao confessarem o crime. 

A esposa do policial também estaria entre os alvos da dupla de menores, porém, não conseguiram o feito. Depois de apreendidas, nenhum arrependimento foi notado na dupla, apenas questionamentos se elas ficariam famosas.

O caso Richthofen ganhou notoriedade após o lançamento dos filmes A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais, que estrearam no dia 24 de setembro na Amazon Prime Video. Apesar da semelhança entre os crimes, Martins afirma que não há nada de concreto até o momento que indique relação do caso no assassinato do policial. 

O policial civil de 46 anos foi encontrado morto na noite de sexta-feira na casa em que morava, em São Miguel do Oeste. Segundo a Polícia Militar, ele tinha várias perfurações no pescoço.