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São Cristóvão, em Três Barras, passa três dias sem água; Samasa diz que resolveu problema

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Segundo presidente do serviço, equipes realizam manutenção diária para identificar eventuais vazamentos

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Moradores do São Cristóvão, em Três Barras, têm feito reclamações constantes sobre recorrentes problemas de abastecimento de água em diferentes áreas do distrito. Recentemente, alguns moradores procuraram a reportagem do JMais, alegando que o problema de falta d’água já se estendia há três dias. O posicionamento do Serviço Autônomo Municipal de Água e Saneamento Ambiental de Três Barras (Samasa) é de que a questão já foi resolvida.

Conforme o presidente do Samasa, Joel Basílio, os problemas recentes de fornecimento se devem a vazamentos ocultos, que foram solucionados pela equipe de manutenção na madrugada desta quarta-feira, 4. Tais vazamentos impediam que o fluxo da água seguisse normalmente até as residências afetadas no São Cristóvão.

Segundo Basílio, equipes têm realizado constantes monitoramentos durante as madrugadas com um equipamento chamado geofone, que permite capturar sons produzidos pelas vibrações de passagens de líquidos sobre a terra. Desta forma, segundo ele, é possível constatar se há vazamentos a serem consertados.



FALTA ÁGUA AOS FINAIS DE SEMANA

Aos moradores do distrito do São Cristóvão, já é corriqueira a falta de abastecimento d’água em alguns pontos, durante os finais de semana. Segundo o presidente do Samasa, tal situação se dá pelo fato de que, aos sábados e domingos, o fornecimento de água ao distrito, que é feito pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), acaba por sofrer diminuição. “Aos finais de semana, muitas pessoas decidem lavar a casa ou o carro, e o consumo fica mais alto tanto no São Cristóvão como em Canoinhas, o que pode gerar o problema de falta de abastecimento”, comentou.

Para amenizar o impacto da situação, segundo o Basílio, serão instaladas seis caixas d’água em pontos estratégicos do distrito do São Cristóvão, que armazenarão 20 mil litros d’água cada uma, além de caixas que já existem com a capacidade de armazenamento de 60 mil litros, totalizando, portanto, 180 mil litros. O que for armazenado durante a semana poderá ser utilizado em momentos críticos de fornecimento reduzido aos sábados e domingos.



MUDANÇA DE GESTÃO

Em abril deste ano, na Câmara de Vereadores de Três Barras, a prefeita Ana Cláudia Quege (MDB) anunciou R$ 16 milhões de investimentos em projeto de gestão plena dos serviços de água pelo Samasa.

O projeto inclui o Samasa assumir todo o processo de gestão da água e não somente a administração do serviço, como ocorre hoje. Uma empresa terceirizada faz a gestão da água enquanto que o Samasa apenas administra o serviço. Até o ano passado esse serviço era feito pela EBS, do grupo Serrana, pivô da operação Mensageiro.

O presidente do Samasa, Joel Basílio, explica que toda a captação de água será feita do rio Negro, que corta a cidade, e que a intenção é romper o contrato com a Casan que fornece água do rio Canoinhas exclusivamente para o distrito do São Cristóvão. “A partir do momento em que o projeto for concluído o Samasa vai ofertar água tratada para toda a cidade”, afirma o secretário de Administração de Três Barras, Emílio Gazaniga.



CONCURSO

A prefeita disse que uma das intenções com esse projeto é profissionalizar o Samasa. “Não estamos para brincadeira”, afirmou. Hoje acomodando basicamente indicados políticos, a autarquia fará um concurso público para cargos operacionais e administrativos. “Somente três cargos de diretoria serão comissionados”, explica Ana Cláudia.

Ainda de acordo com a prefeita, esse projeto existe há mais de uma década, mas não foi colocado em execução. Inscrito no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, a expectativa é de que o valor seja liberado pela União, mas enquanto isso não acontece, o Município vai bancar o projeto. “Se o dinheiro (do Governo Federal) vier, vamos tentar direcionar para outro fim”, diz.

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