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Rejeição às coligações na proporcional leva partidos ao ostracismo

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Tomando por base Canoinhas, seis partidos têm representatividade

RUMO À EXTINÇÃO

A primeira eleição sem coligação para o legislativo, deixou cinco partidos sem nenhuma participação no legislativo dos 11 que lançaram candidatos ano passado. Estão representados na Câmara o PSD, PSL, PL, MDB, PSDB e Podemos. Na eleição de 2016 o número de siglas que emplacaram eleitos foi menor: quatro com PR, MDB, PSD e PSDB. Naquele ano, contudo, ainda valiam as coligações.

A participação de partidos, seja no Legislativo e, no caso dos governistas, consequentemente no governo, reduziu consideravelmente. O poder de fogo – que poderia levar partidos nanicos a emplacar vereadores puxados por estrelas de outras siglas coligadas – diminuiu, com partidos como o Progressistas e o PDT tendo de se contentar com alguns cargos cedidos pelo prefeito Beto Passos (PSD), restringindo a análise a Canoinhas, mas que revela um fenômeno nacional.

Nesta semana o Senado confirmou o fim das coligações para o legislativo. A justificativa é que os partidos de aluguel tendem a morrer de inanição, desabrigados dos recursos públicos pagos por meio do fundo eleitoral dependendo da representatividade alcançada pela sigla. É um duro golpe que em Canoinhas pode levar ao desaparecimento de siglas como o Cidadania, o PRTB e o Democracia Cristã que, além de não terem eleito nenhum vereador em 2020, não apoiaram o prefeito eleito. As próximas eleições ditarão o rumo dessas siglas.




O QUE MUDA

Entenda o que passou na semana passada no Senado que muda as regras eleitorais já para o próximo ano:

Folha de S.Paulo/Reprodução


DEM + PSL

A fusão do DEM com o PSL, em vias de acontecer, vai criar um megapartido em termos de lucratividade. Somando o dois fundos eleitorais (R$ 297 milhões do PSL + R$ 161 milhões do DEM), a nova sigla larga com mais de R$ 440 milhões em caixa. O PSL, claro, agradece ao fenômeno bolsonarista de 2018 que elegeu uma penca de deputados e senadores.



MAIS

Na Câmara dos Deputados a nova sigla terá 81 representantes (53 do PSL e 28 do DEM) e no Senado serão sete representantes (um do PSL e seis do DEM).

Serão 554 prefeitos (90 do PSL e 464 do DEM) e três governadores (um do PSL e dois do DEM).


ENCARNAÇÃO

Pizzolatti preso na Lava-Jato/Paulo Mueller

Lembram de João Pizzolatti, o ex-deputado que foi do céu ao inferno sendo por fim preso dirigindo embriagado? Pois é, parece que ele deu a volta por cima. Segundo nota da revista Veja, ele hoje é auditor fiscal da fazenda em Santa Catarina. Recebeu neste mês, como penduricalhos, R$ 50 mil. Pizzolatti também foi preso em 2019 em uma das tantas fases da Lava-Jato.






REFORMA

Uma das mudanças que a microrreforma administrativa do governo Carlos Moisés da Silva deve trazer ainda em 2021 é a extinção de uma das secretarias estaduais. Criada na primeira reforma feita pelo atual governador, em 2019, a secretaria de Integridade e Governança (SIG) vai virar uma diretoria da Controladoria-Geral do Estado (CGE). Atualmente, a pasta está sob o comando interino de Cristiano Socas da Silva, que é o controlador-geral.




PREPARA

https://br.depositphotos.com

Depois do feijão com arroz, outra combinação familiar à mesa dos brasileiros deve ficar ainda mais cara. Trata-se do café com leite.

Por trás do possível aumento nos preços para o consumidor, há os efeitos da seca e das recentes geadas que atingiram o país.





37,42%

foi o aumento no registro de armas para civis em Santa Catarina no 1º semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado