PSL tem longo caminho a percorrer até eleições municipais

Bolsonaro sinaliza sair do partido/Arquivo

 Há um ano, 43 cidades elegeram os sucessores de prefeitos cassados pela Justiça; dois do PSL

 

 

PSL

Desde que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito, há um ano, 43 cidades elegeram os sucessores de prefeitos cassados pela Justiça. O resultado das votações mostra como o PSL ainda tem a busca por capilaridade como grande desafio antes das disputas municipais de 2020. Foram apenas sete as cidades onde o partido do presidente lançou candidatura desde outubro de 2018, tendo eleito prefeitos apenas em Pimenta Bueno (RO), em dezembro de 2018, e em Mirandópolis (SP), no mês passado. O levantamento é do jornal O Globo.

 

 

 

A preparação do PSL para as disputas pelas prefeituras, a definição dos candidatos e principalmente a distribuição dos recursos partidários para as campanhas estão no centro da briga do grupo ligado a Bolsonaro com o comando formal da legenda, presidida pelo deputado Luciano Bivar.

 

 

 

 

O dado mostra que o partido tem um longo caminho pelos próximos meses para formar candidaturas com musculatura para bater os atuais mandatários que buscarão a reeleição, como é o caso de Beto Passos (PSD) em Canoinhas.

 

 

 

 

 

11%

dos trabalhadores que cursaram faculdade ganham até um salário mínimo

 

 

 

 

FOGO AMIGO?

Quem leu o artigo do ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoinhas, Paulo Machado, publicado hoje no JMais, percebeu a alfinetada em quem está hoje no governo. Seria o artigo um sutil aviso?

 

 

 

 

TEBALDI

A morte de Marco Tebaldi (PSDB) é mais uma perda para Canoinhas e região. O tucano tinha muitos amigos por aqui como a vereadora Norma Pereira e o prefeito de Bela Vista do Toldo, Adelmo Alberti. Eles relatam vários momentos em que, como deputado federal, Tebaldi deu uma mãozinha para a região. 

 

 

 

 

1

em cada 4 jovens já tem dependência da internet, aponta pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo

 

 

 

 

SANTA DOS POBRES

A Santa é dos pobres, mas foi com pompa e circunstância que a delegação brasileira apinhada de políticos viajou para Roma para prestigiar a canonização de Irmã Dulce. Foram destacados dois aviões para transportar os 30 representantes do governo, acompanhados de seus respectivos cônjuges.

 

 

 

Em vida, Irmã Dulce ralou para conseguir de políticos o que lhes é de obrigação: verbas para levar adiante suas obras sociais que visavam os mais pobres. Certa vez, foi até um empresário pedir esmola, mas ele cuspiu no rosto dela. Ela estendeu a mão e falou: “Esse, você deu para mim. Agora, quero o dos meus pobres”.

 

 

 

 

Se pudesse intervir na pomposa viagem da delegação brasileira, certamente Irmã Dulce pediria gentilmente que eles desistissem da viagem e destinassem o valor gasto às suas obras sociais.

 

 

 

 

 

“Ontem doei R$ 1.000.000,00 a quem me deu de comer. Hoje vejo que 35 políticos vão gastar dinheiro do contribuinte c/ passagens + USD 478 (R$ 1,9 mil) por dia, “representando o Brasil”. Não! Doem o dinheiro para as obras da Santa dos Pobres!”

postou o escritor Paulo Coelho no Twitter

 

 

 

 

 

 

AGROTÓXICOS

O projeto de Lei do governador Carlos Moisés (PSL), que prevê ICMS menor para agricultores que usarem menos agrotóxicos, foi tema de reportagem publicada hoje no Estadão. A matéria destaca que “tributação verde” vai na contramão de ações recentes do governo federal e provocou críticas de apoiadores bolsonaristas que ajudaram a eleger o governador, como o empresário Luciano Hang.

 

 

 

Moisés decidiu criar uma regra pela qual o ICMS pode variar dependendo do volume de agrotóxicos usado por agricultores – o uso restrito desses produtos garantiria alíquotas menores do imposto.

 

 

 

 

 

INFORMALIDADE

A informalidade no mercado de trabalho brasileiro bateu recorde no trimestre encerrado em agosto. Ao todo, foram 38,8 milhões de pessoas nessas condições, informou o IBGE.

 

 

 

O número considera empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira assinada, trabalhadores por conta própria e empregadores sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

 

 

 

 

Esse contingente representa 41,4% da população empregada no país, a maior taxa desde que o IBGE passou a calcular esse indicador, em 2016.




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