Protocolo de Atendimento a Crianças e Adolescentes é revisado e alterado durante reunião

Reunião na Prefeitura entre representantes do Poder Público Municipal, Segurança Pública, conselhos municipais e entidades ligadas à proteção do público infanto-juvenil/Divulgação

Novas ações a serem trabalhadas foram discutidas e aprovadas durante reunião na quarta-feira, 12

 

 

Contendo procedimentos que buscam promover a segurança do público infanto-juvenil que está em situação de risco e vulnerabilidade social, no Município de Três Barras, o Protocolo de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência passou por revisões e alterações nesta semana.


 

 

As novas ações a serem trabalhadas junto às vítimas de violência, daqui para frente, foram discutidas e aprovadas durante reunião na manhã de quarta-feira, 12, na Prefeitura, entre representantes do Poder Público Municipal, da Segurança Pública, conselhos municipais e entidades ligadas à proteção deste público.

 

 

“Como há uma abordagem intersetorial e interdisciplinar, esse alinhamento se faz necessário. Pois o atendimento prioritário é para as crianças e adolescentes, mas também deve ser estendido às suas famílias”, disse a secretária municipal de Saúde, Raquel Cunher Vieira, uma das participantes do encontro.

 

 



De acordo com o Protocolo, especialistas das áreas de Saúde, Educação, Proteção Social, Conselho Tutelar e Policias devem atuar de maneira articulada no sentido prestar às vítimas atendimentos relacionados aos casos de promoção e proteção.

 

 

Entende-se por promoção as situações de ameaça ou suspeita que cresçam lentamente no cotidiano, como violência verbal, negligência familiar, infrequência ou baixo rendimento escolar e mudança do comportamento.

 

 

O Protocolo estabelece como casos de proteção as violações graves e que deixam os jovens em situação de vulnerabilidade pessoal e social.

 

 

São exemplos a violência sexual (assédio, exploração, estupro e pornografia infanto-juvenil); violência física/psicológica/verbal; alienação parental; negligência familiar/abandono material; cárcere; trabalho infantil; e dificuldade de aprendizado associado a histórico de abandono intelectual por parte de familiares.

Deixe seu comentário: