Projeto que regulamenta plantão de farmácias vai à votação nesta segunda


Divulgação

Falta de plantão teve de ser administrado pelo Município com mudança no funcionamento da Vital

 

PLANTÃO

Os vereadores de Canoinhas apreciam na noite desta segunda-feira, 11, em primeira votação, projeto de lei que regulamenta o plantão de farmácias que atuam no Município. Desde setembro, com a desistência da Vital de atender 24 horas, Canoinhas está sem farmácia de plantão.

 

No dia 30 de setembro, o Município informou que Canoinhas teria farmácia com atendimento da meia-noite às 6h. A Rede Hiperfarma atenderia em regime de plantão neste horário. A Hiperfarma, no entanto, declinou pouco depois da iniciativa de trabalhar em regime de plantão 24 horas e passou a abrir das 6 da manhã até meia-noite. 

 

 

 

Segundo a secretária de Saúde de Canoinhas, Zenici Dreher, a rede exigia que legislação municipal impedisse as demais farmácias de manterem portas abertas depois das 19 horas, o que segundo a secretária, é impossível. “O acordo verbal funcionou apenas uma semana porque a farmácia queria garantia de que todas as outras farmácias fechassem às 19h para que compensasse financeiramente”, explica Zenici. “Nós buscamos respaldo legal e inclusive com a Lei da Liberdade Econômica não poderemos mais intervir nesta questão”, complementa.

 

 

 

 

Agora, o Município aguarda que a Câmara de Vereadores aprove projeto de lei que estabelece como horário permitido de 24 horas de segunda a domingo, incluindo feriados, para o funcionamento normal das farmácias e drogarias de Canoinhas.

 

 

 

 

Pelo projeto, o Município observará o horário de funcionamento das farmácias, situadas no centro da cidade, e então estabelecerá o horário de plantão de cada uma delas em sistema de rodízio. Ainda de acordo com o projeto, todas as farmácias de Canoinhas integradas ao sistema ficam obrigadas a divulgar a farmácia de plantão, mediante placa contendo nome, endereço e telefone, que será afixada em local de fácil visualização.

 

 

 

 

 

VERGONHA NA CARA

O jornal O Estado de S.Paulo identificou pelo menos quatro ex-senadores e seis ex-deputados federais que trocaram a política pela atividade de lobista. Todos aproveitam a influência para acessar gabinetes e ministérios em defesa de interesses privados.

 

 

 

Um dos lobistas identificados pelo jornal é o ex-senador Romero Jucá (MDB). O Estado apurou que Jucá atende setores da indústria, do comércio e dos bancos. Pelas estimativas do mercado, “superlobistas” como ele recebem entre R$ 70 mil a R$ 150 mil por mês de seus clientes, mas o maior valor vem de taxa de sucesso. Os contratos costumam vir com a seguinte cláusula: “fica ajustado que nos casos em que o trabalho resultar em benefício econômico direto ou indireto para o contratante será devido honorário de êxito”.

 

 

 

 

 

 

NOVO

O deputado estadual Bruno Souza encerrou no sábado o suspense sobre sua filiação partidária após a briga jurídica em que conquistou a desfiliação do PSB por justa causa. O parlamentar foi apresentado como nova liderança do Novo na convenção estadual da legenda, realizada em São José.

 

 

 

 

TRABALHO PRECÁRIO

Segundo dados levantados pelo IBGE a pedido do jornal Folha de S.Paulo, a fatia da população com ensino superior completo que está desempregada, desalentada ou trabalhando menos horas do que gostaria saltou de 930 mil para quase 2,5 milhões entre o segundo trimestre de 2014 e o mesmo período deste ano.

 

 

Parte desse aumento se deveu à saudável expansão da parcela da população que conseguiu um diploma universitário no Brasil ao longo desse período de cinco anos.

 

 

 

 

 

POLARIZAÇÃO

O jornal Folha de S.Paulo analisou o perfil de quem retweetou três postagens no Twitter no sábado, 9.  O que defendia Lula teve 98% dos retweets partindo de usuários declaradamente de esquerda. Outro que condenava o Supremo por ter liberado presos em segunda instância teve 100% dos retweets de gente declaradamente de direita. 

 

 

 

 

78% 

dos consumidores reduziriam consumo de refrigerantes no Brasil se houvesse alertas nos rótulos, aponta pesquisa Datafolha

 

 

 

 

 

GUERRA SANTA

Uma guerra santa vem sendo travada no sul do estado. Duas igrejas de linhagens religiosas distintas – uma pentecostal e outra evangélica -, mas com nomes quase idênticos e atuação no mesmo município, travam a guerra na esfera judicial. É que, por conta das aparentes similitudes, uma alega que a outra confunde os fiéis, que fazem doações e comparecem no santuário trocado. Sustenta que a confusão pode ocasionar perda de fiéis, o que colocaria em risco seus planos de expansão.

 

 

 

A tutela de urgência pleiteada em ação no juízo de origem, que pretendia impedir a atuação da igreja “concorrente”, foi negada em 1º grau e em agravo de instrumento julgado pela 2ª Câmara Comercial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. “A alegação de que há fiéis que efetuaram doação e compareceram à outra igreja por engano nem sequer foi corroborada por declarações nesse sentido, e nem me parece crível que as pessoas confundiriam uma igreja evangélica com uma pentecostal até mesmo quanto à localização de cada uma”, anotou o desembargador Newton Varella Júnior, relator da matéria.

 

 

 

 

Além disso, o magistrado destaca que até mesmo o propalado planejamento de crescimento de uma igreja não se daria obrigatoriamente através do esvaziamento de fiéis da outra congregação. “Não há perigo que demande a concessão da tutela de urgência requerida, até porque, no fim, as duas igrejas visam ao mesmo objetivo”, escreveu Varella.

 

 

 

 

DNA

Tribunal de Justiça, Ministério Público, Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Santa Catarina e Instituto Paternidade Responsável (IPR) renovaram o convênio de exames de DNA feitos em Lages pelos próximos quatro anos. Os exames são feitos desde 2007, inicialmente através do programa denominado DNA em Audiência.





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