Prefeito anuncia que SuperPão deve se instalar em Canoinhas

Divulgação

Rede que começou em 1924 já teria comprado terreno em Canoinhas

 

 

INVESTIMENTO

A Rede de supermercados SuperPão deve investir em Canoinhas. A informação é do prefeito Beto Passos (PSD) em entrevista ao programa Fala Cidade desta terça-feira, 19. O prefeito não deu detalhes do investimento, mas adiantou que a empresa já teria comprado o terreno para implementar o investimento.


 

A coluna entrou em contato com a assessoria da rede, mas não foi atendida.

 

A rede SuperPão começou em 1924, com Leonardo Valente Hyczy, que deu início as atividades comerciais com um pequeno comércio de bar e padaria com o nome de “Ponto Chique” na cidade de Guarapuava (PR), principiando o que vem a ser hoje o Grupo Superpão.

 

 

O Ponto Chique iniciou suas atividades com a fabricação de um biscoito especial, assado em forno a lenha, que logo tornou-se conhecido dentro e fora de Guarapuava e desta forma, o biscoito passou a ser distribuído para clientes de Curitiba e São Paulo.

 

Em 1937 foi inaugurada a panificadora Triunfante especializada na fabricação de pães, doces e salgados. Com a ampliação das atividades em 1969 é instalado o sistema de autosserviços.

 

 

O desenvolvimento da cidade e o aumento da necessidade da população marcaram o surgimento do primeiro supermercado de Guarapuava, trazendo para os clientes as tendências dos grandes centros.

 

 

A empresa foi se diversificando e hoje trabalha com seis bandeiras sendo elas: Superpão, Superpão Compre Mais, Super Baratão, Super Baratão Atacado, Triunfante e Oba. Além dessas bandeiras, o Grupo Superpão atua em outros segmentos como Posto de Combustível, Franquias e Centro de Eventos com suas lojas no estado do Paraná e Santa Catarina.

 

 

O Grupo está entre as cinco maiores redes de supermercados e umas das que mais se desenvolvem no estado do Paraná. Próximo de Canoinhas, tem unidades em União da Vitória (PR) e Caçador (SC).

 

ELETIVAS

Não é verdade que as cirurgias eletivas estão canceladas em Canoinhas, segundo o diretor administrativo do Hospital Santa Cruz (HSCC), Derby Fontana. Ele explicou que de 22 a 31 de janeiro as cirurgias foram canceladas para priorizar as urgências e emergências temendo a falta de insumos por causa da escassez de recursos.

 

 

As eletivas foram retomadas no dia 31 de janeiro, segundo Fontana. O que ocorre neste momento é que o HSCC está negociando com o Município um pacote de cirurgias eletivas a serem feitas nos próximos meses. A secretária Zenici Dreher, diz Fontana, está avaliando quantas cirurgias devem ser contratualizadas. Isso quer dizer que, das 941 cirurgias represadas, o Município deve avaliar os recursos e liberar o pagamento de um número “x”de cirurgias, respeitando a fila conforme regulação do Estado. “Todo começo de ano é negociado com o Município e o Estado o número de cirurgias eletivas”, diz Fontana.

 



 

“Estamos em negociação com o Município. A Zenici está levantando a capacidade e ver se tem dinheiro disponível para fazer (as cirurgias) e, então, vamos fazer um contrato. Daí que serão feitos os exames pré-operatórios. Como é que você vai fazer um exame se você não tem cirurgia marcada? “, explica contestando fala da vereadora Telma Bley (MDB) na Câmara, questionando quem pagaria pelos exames pré-operatórios que seriam descartados pela demora em se fazer as cirurgias. “À medida que tiver a contratualização as cirurgias começam a ser feitas”, encerra.

 

 

 

“Esses internautas penicos que se inteirem”

do vereador Chico Mineiro (PR), irritado com boato espalhado nas redes sociais afirmando que o prefeito Beto Passos não convidou a vereadora Norma Pereira a compor a comitiva que foi à Brasília. Segundo ele, todos os vereadores foram convidados

 

 

 

FOGO NO PARQUINHO

Secretário da Fazenda Paulo Eli incendiou a Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 19, ao abrir, em partes, a caixa preta dos incentivos fiscais dados pelo Estado. Surpreendeu a dizer que tem incentivo que ele desconhece e só descobre quando alguém chia pelo medo de perder o tratamento especial.

 

Eli é funcionário de carreira da Fazenda, conhece bem o sistema e tem todas as ferramentas para expor os governos passados.

 

 

VETOS

Os trabalhos na Assembleia Legislativa em 2019 estão na fase inicial, mas um item da pauta promete muitos debates e negociações entre os deputados: a análise dos vetos do governador Carlos Moisés da Silva (PSL) a projetos de lei aprovados pelos parlamentares. Até esta terça-feira, 19, 34 mensagens de veto já haviam chegado à Alesc. Os deputados agora analisam se mantêm ou derrubam a decisão do governador.

 

 

A tarefa de negociar com os parlamentares a manutenção dos vetos cabe ao líder do governo, deputado Coronel Mocellin (PSL), que garante que a decisão de não sancionar os projetos teve base técnica e legal, e não política. “Os projetos foram vetados por questões legais, por recomendação da PGE ou de órgãos afetados. Nenhum foi vetado por iniciativa dele.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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