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Planalto Norte é a região com menor incidência de hepatite B em Santa Catarina

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Foram três óbitos registrados na região em 10 anos

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Dados presentes no informativo epidemiológico Barriga Verde, da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado de Santa Catarina, apontam que o Planalto Norte tem a menor incidência do número de casos de hepatite B em Santa Catarina.

Segundo o Ministério da Saúde, na maioria dos casos as pessoas acometidas pela doença não apresentam sintomas e muitas vezes são diagnosticadas décadas após a infecção, com sinais relacionados a outras doenças do fígado, como cansaço, tontura, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados. A principal forma de prevenção é por meio da vacinação.

As estatísticas são relacionadas ao período entre 2012 e 2022, e apontam que, de 14.767 casos registrados em todo o Estado, apenas 163 foram detectados no Planalto Norte.

A região catarinense com o maior número de casos é o Oeste do Estado, com 3186 situações entre 2012 e 2022. Na sequência, a região da Grande Florianópolis, com 1788 casos, e o Extremo Oeste, com 1477 casos.

Percentualmente, o Oeste, a Grande Florianópolis e o Extremo Oeste representam 21,6%, 12,4% e 10,2% do total do Estado, respectivamente. Já o Planalto Norte representa 1,10% do montante.

Houve uma crescente na região do Planalto Norte entre os anos de 2012 e 2015. Os dados foram de 11 em registros em 2012, para 22 registros em 2015, quando as estatísticas chegaram ao pico. Depois disso, até 2022, os números foram apresentando baixa gradativa.

Chama a atenção que apenas no ano de 2018 não houve registros de hepatite B em pacientes gestantes no Planalto Norte. Em todos os outros anos no período analisado, houve ao menos um caso. Em 2015, houve três registros, e em 2017, outros três.

No período de 10 anos, foram registradas 195 óbitos em Santa Catarina, decorrentes de hepatite B. No Planalto Norte, foram três casos, nos anos de 2015, 2018 e 2020. As regiões Grande Florianópolis, Foz do Rio Itajaí e Oeste do Estado, tiveram 32, 30 e 27 óbitos respectivamente.

No cenário nacional, segundo dados do Ministério da Saúde, o vírus da hepatite B está relacionado a 21,3% das mortes relacionadas às hepatites entre 2000 e 2017.



VACINAÇÃO E TRATAMENTO

A hepatite B pode se desenvolver de duas formas: aguda e crônica. A aguda é quando a infecção tem curta duração. Os profissionais de saúde consideram que a forma é crônica quando a doença dura mais de seis meses. O risco de a doença tornar-se crônica depende da idade na qual ocorre a infecção. No Planalto Norte, durante o período analisado, não houve nenhum registro de paciente com hepatite B abaixo dos cinco anos de idade.

A principal forma de prevenção da infecção pelo vírus da hepatite B é a vacina, que está disponível no SUS para todas as pessoas não vacinadas, independentemente da idade. Para crianças, a recomendação é que se façam quatro doses da vacina, sendo: ao nascer, aos 2, 4 e 6 meses de idade.

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