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Pacientes morrendo por falta de oxigênio em hospitais de Manaus é o principal destaque dos jornais desta sexta

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Quinta-feira, 15 de janeiro de 2021

 

 

O Globo

 

 

Manchete: Sem oxigênio, Manaus vê mortes por asfixia nos hospitais

Amazonas tem toque de recolher, e pacientes são levados a outros estados

O pesadelo vivido pela população de Manaus em abril do ano passado está sendo revivido, em escala ainda pior, na segunda onda da doença no Amazonas. O oxigênio acabou nos hospitais, e médicos relatam crescimento das mortes por asfixia. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, admitiu o colapso do atendimento na capital, que tem 480 pessoas na fila por um leito. O governo federal pediu ajuda aos EUA para transportar cilindros de oxigênio a Manaus, enquanto as pastas da Saúde e da Defesa coordenam a transferência de 750 pacientes para outros estados. Na tentativa de reduzir a velocidade do contágio, o governador Wilson Lima (PSC) decretou toque de recolher entre 19h e 6h em todo o estado. “O Amazonas pede socorro”, disse. A capital registrou novo recorde de enterros: foram 198, o maior número desde o início da pandemia. PÁGINA 9

 

 

 

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  • STF vai limitar prazo de decisões monocráticas
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  • ‘Faço filme para o público, não para crítico
  • Congresso da CDU escolhe sucessor de Merkel no partido
  • Biden anuncia US$ 1,9 tri para Covid e economia

 

 


 

 

Folha de S. Paulo

 

 

Manchete: Sem oxigênio e com disparada de casos, Manaus mergulha no caos

Hospitais viram ‘câmaras de asfixia’, outros estados acolhem pacientes, e ministro insiste em inexistente tratamento precoce

A situação em Manaus voltouase agravar com recorde de novos casos (3.816), de acordo com profissionais que atuam no atendimento da Covid-19. Vídeos, áudios e relatos telefônicos descrevem um cenário dramático. “Estão relatando que o oxigênio acabou em instituições como o Hospital Getúlio Vargas e em serviços de pronto atendimento como o SPA José de Jesus Lins de Albuquerque”, disse Jesem Orellana, da Fiocruz-Amazônia. “Os hospitais viraram câmaras de asfixia.” Segundo o pesquisador,“há informações de que uma ala inteira de pacientes morreu sem ar”. Procurados pela Folha, funcionários da UTI não quiseram comentar a informação. O quadro crítico foi confirmado pelo reitor Sylvio Puga, da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), que administra o GetúlioVargas. Puga também reconheceu que internados estão recebendo ventilação manual. O aumento de vagas no hospital foi um dos anúncios que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fez em três dias em Manaus. Ontem, familiares de pacientes tratados em casa por falta de leitos buscavam oxigênio. Sete estados devem receber 750 doentes. Para Pazuello, faltou tratamento precoce — que não existe.  Saúde B1

 

 

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  • No Butantan, mulheres dominam a inspeção
  • Em 14 dias, cidades em SP já têm mais óbitos do que em novembro
  • Com avanço da Covid, oito estados estão com mais de 80% das UTIs ocupadas
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  • Pazuello afirma que vacinação vai começar no dia 20
  • Reino Unido proíbe entrada de viajantes do Brasil
  • Alcance do Bolsa Família cai após término do auxílio
  • Lira me esganou e me usou como laranja, diz ex-mulher
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  • Pacote do governo de SP prevê R$ 8 bi de economia
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O Estado de S. Paulo

 

 

Manchete: Pacientes morrem por falta de oxigênio em hospitais de Manaus

Governo pede ajuda aos EUA e faz transferência de doentes para outros Estados

A explosão de casos de covid-19 em Manaus (AM) levou o sistema de saúde da cidade ao colapso. O estoque de oxigênio se esgotou em diversos hospitais e pacientes morreram por asfixia, segundo relato de médicos. O Hospital Universitário Getúlio Vargas ficou cerca de 4 horas sem o insumo na manhã de ontem e profissionais de saúde bombearam manualmente oxigênio para pacientes. O País pediu ajuda aos EUA para o envio de cilindros de oxigênio. Famílias compram o insumo para fornecer aos hospitais. O governo federal anunciou que vai transferir pacientes para outros Estados. A PM interveio para evitar invasões em unidades que fecharam as portas por superlotação. Para o epidemiologista Jesen Orellana, da Fiocruz-Amazônia, uma nova cepa do coronavírus, identificada em turistas japoneses após viagem à Amazônia, pode ser explicação para o aumento dos casos. Ontem, Jair Bolsonaro voltou a minimizar o impacto da doença e a defender tratamento precoce com remédios. Sobre vacinação, ele pediu “calma”. METRÓPOLE / PÁGS. A10 e A11

 

 

 

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