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outubro

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2021

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Oposição vai à Justiça para garantir CPI dos Livros

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Votação na noite desta terça-feira acirrou ainda mais os ânimos com governistas

GUERRA DECLARADA

A guerra está declarada de vez entre oposição e situação na Câmara de Canoinhas. O frágil tecido que sustentava uma relação minimamente amistosa entre os dez se esgarçou de vez com a negativa por parte dos governistas de instaurar uma CPI para investigar compra de livros por parte da Secretaria de Educação com recursos do Estado.

A oposição sabia que com um terço dos membros da Casa poderia solicitar a CPI, mas quis ver os governistas sangrarem em praça pública diante de uma plateia formada por maioria favorável à abertura da comissão. Agora, promete ir à Justiça para garantir o direito que está discriminado no próprio regimento interno da Câmara.

Aqui entra um entrave. O regimento interno, inclusive rasgado por Marcos Homer, diz que basta um terço pedir a CPI para viabilizá-la. A Lei Orgânica do Município, contudo, tem dois artigos. Um diz que é preciso ter maioria absoluta e outro que cita um terço. “Além de ultrapassada a Lei Orgânica está confusa”, lamenta Tatiane Carvalho (MDB).

Juliana Maciel (PSDB) leu o regimento interno e cobrou o respeito ao documento.




SUMIU

Na discussão de ontem nada se falou sobre a sindicância aberta pelo Município para apurar a compra dos livros. Ninguém sabe, ninguém viu o resultado da dita investigação.




RECURSOS

Seguindo o mantra de Beto Passos (PSD), Osmar Oleskovicz (PSD) tentou pregar uma agenda positiva lembrando dos anúncios de obras que devem ser feitos pelo governador Carlos Moisés nesta quinta. Moisés deve liberar recursos para as obrar do Centro de Educação Infantil Ederson Mota e para o asfalto que vai ligar o Via Atacadista ao antigo prédio da empresa Procopiak.

O governador vai, ainda, entregar oficialmente o prédio do Sagrado Coração de Jesus e do Educação de Jovens e Adultos (EJA) à Coordenadoria Regional de Educação.


AVISO

A fala de Juliana Maciel lembrando a inação das Câmaras de Vereadores de Major Vieira e Bela Vista do Toldo diante dos atos nada republicanos de seus respectivos prefeitos que vieram à tona somente mediante ação do Ministério Público fez muitos se arrepiarem. Ela debitou na conta dos que apoiam o governo eventuais denúncias que possam aparecer.




TEMPO FECHADO

Aguiar descerrou fita ao lado do prefeito Passos/Fátima Santos

O tempo fechou no domingo, 12, durante a inauguração da obra de restauração da Estação Ferroviária quando o ex-deputado Antonio Aguiar, cujo pai foi homenageado com o nome do prédio principal, soube que seu nome não estava entre os oradores. Aguiar havia sido excluído do protocolo pelo prefeito Beto Passos (PSD). Depois de muita tensão, conversa aqui, negocia ali e Aguiar foi chamado a falar.



MANOBRA

Gil Baiano (PL) vem negociando nos bastidores para mudar o regimento interno da Câmara de Canoinhas visando mais um ano na presidência do Legislativo.



ARQUIVE-SE

O juiz Flávio Luís Dell’Antônio, titular da comarca de Tangará, no meio-oeste catarinense, prolatou nesta semana mais uma sentença relativa à segunda etapa da Operação Patrola, que apurou a existência de um esquema de corrupção que envolvia empresários e gestores públicos de municípios de Santa Catarina – principalmente no oeste do Estado – e do Rio Grande do Sul na aquisição de caminhões e máquinas pesadas por preços superfaturados e com pagamento de propina. Havia também suspeita de participação de políticos de Papanduva no esquema.

Os quatro réus – dois empresários e dois agentes públicos – foram absolvidos por falta de provas. No caso, segundo os autos, as acusações estavam baseadas principalmente em delações premiadas cujo teor não se coadunou a outras provas colhidas no decorrer da instrução processual.




PROPOSTA

Em reunião do Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (Cofem), ontem em Florianópolis, o deputado estadual Milton Hobus (PSD) apresentou a intenção de reduzir o ICMS da conta de luz. A proposta do parlamentar é isentar de imposto o valor extra pago pelos contribuintes em períodos de bandeiras tarifárias extraordinárias. Medida beneficiaria todos os consumidores catarinenses.



PREVISÃO

O ministro da Saúde, Marcello Queiroga/Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, tem feito, nos bastidores, previsão mais exata de quando o governo federal poderá “recomendar” o fim do uso obrigatório de máscaras em lugares abertos no Brasil.

Segundo o site Metrópoles, em conversas com interlocutores, Queiroga projeta que, se os números da covid-19 no país continuarem caindo, a pasta poderá orientar a abolição do uso de máscaras ao ar livre a partir de novembro deste ano.