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Operação do Gaeco cumpre 14 mandados de prisão em Canoinhas e outras quatro cidades

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Estão sendo cumpridos, ainda, 47 mandados de busca e apreensão

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Homens do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço armado do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) fazem neste momento uma operação na prefeitura de Canoinhas e nas casas do prefeito Beto Passos (PSD) e do vice-prefeito Renato Pike (PL). A revenda de automóveis de Pike também é alvo da operação. Esta é a sétima fase da operação Et Pater Filium, que levou os prefeitos de Major Vieira e Bela Vista do Toldo à prisão.

Estão sendo  cumpridos 14 mandados de prisão – oito preventiva e seis de prisão temporária –  47 mandados de busca e apreensão nos municípios de Canoinhas, Bela Vista do Toldo, Itaiópolis, Porto União e Bituruna (PR), deferidos pelo Tribunal de Justiça do Santa Catarina, em razão da prerrogativa de foro de um dos investigados. Os documentos e objetos apreendidos serão analisados pelas equipes de investigação e apresentados em juízo.

Nesta fase da operação investigam-se crimes de organização criminosa, peculato, fraudes à licitação, corrupção e lavagem de dinheiro referentes a contratos de prestação de serviços nas áreas de educação e infraestrutura. 

Participam da operação mais de 140 agentes, entre policiais, integrantes do Gaeco e do Grupo Especial Anticorrupção (Geac) e demais forças de segurança pública, além de integrantes do Gaeco do Paraná,  do Instituto Geral de Perícias (IGP) e da Secretaria da Administração Prisional e Gaeco do Paraná.  

O trabalho é fruto do desdobramento das investigações realizadas das fases anteriores da Operação Et Pater Filium em que se apuraram crimes contra a administração pública e outros na região do planalto norte, envolvendo agentes públicos e particulares.

Um força tarefa integrada por promotores de Justiça foi criada pela Procuradoria-Geral de Justiça  para acompanhar e auxiliar em todos os desdobramentos da Operação Et Pater Filium que já atinge a sua 7ª fase. Mais informações não podem ser prestadas em razão do sigilo do processo, informa a assessoria do MPSC.

O repórter Luiz Felipe Marschalk acompanha a operação

Até o momento os integrante da força tarefa já fizeram uma devassa na prefeitura. Funcionários estão do lado de fora dos seus respectivos setores, impedidos de entrar. A operação é coordenada pelo promotor de Justiça Renato Maia de Faria.

O Gaeco é uma força-tarefa coordenada pelo MPSC e composta por integrantes da Polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal a Secretaria Estadual da Fazenda, Corpo de Bombeiros Militar, Secretaria de Estado de Administração Prisional e Socioeducativa e IGP.

Já o Geac é um grupo de membros do Ministério Público de Santa Catarina que atua em investigações e ação judiciais de combate à corrupção, cujos fatos revelem maior gravidade ou complexidade.

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