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OMS diz que Brasil vive ‘tragédia’ e recomenda controle do contágio; em colapso, estados têm de lockdown

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Sábado, 27 de fevereiro de 2021

 

 

O Globo

 

 

Manchete: OMS: Brasil vive ‘tragédia’ e precisa controlar vírus

No Ceará, Bolsonaro provoca aglomerações e ataca governadores: ‘Deviam pagar o auxílio’

O diretor de Emergências da Organização Mundial da Saúde, Mike Ryan, disse que o Brasil vive “uma tragédia” com a Covid-19. “Deve ser a quarta onda que o país enfrenta”, disse Ryan, que recomendou controle urgente do contágio. Dez estados e o Distrito Federal anunciaram restrições para conter o avanço do vírus. Para quatro ex-ministros da Saúde, falta de liderança nacional dificulta solução, que é isolar e vacinar. No Ceará, o presidente Bolsonaro provocou aglomerações e atacou governadores que agem para impedir o colapso no SUS: “Quem fechar seu estado deve pagar o auxílio”. PÁGINAS 12 E 13.

 

 

  • Quando a vacina vai até você
  • Dani Calabresa: Apresentadora fala sobre novo programa e os limites do humor
  • Festa de risco na chegada
  • Presidente do BB comunica que está de saída
  • Imunidade: em 1.º revés de Lira, PEC não é votada
  • Governo estuda liberar auxílio sem ajuste
  • Desemprego de 13,5% em 2020 deixou 13,4 milhões sem trabalho
  • Polícia Federal foi ignorada por Bolsonaro no decreto das armas

 

 

 

 

 

 


 

Folha de S. Paulo

 

 

Manchete: Hospitais lotam, e Grande São Paulo regride de fase

Outras cinco regiões do estado sofrem restrições; instituições privadas cancelam cirurgias eletivas

O governo João Doria (PSDB) afirmou ontem que a Grande São Paulo e outras cinco regiões retrocederam no Plano São Paulo contra a Covid-19. A região da capital, Campinas, Sorocaba e Registro foram de amarelo para laranja.

Já Marília e Ribeirão Preto foram de laranja para vermelho. Apenas Piracicaba progrediu, para a fase amarela.

As medidas valem a partir de segunda-feira (1º). Na laranja, por exemplo, comércios funcionarão até as 20h. Os bares estão proibidos. Podem atuar como restaurantes, mas não apenas para a venda de bebidas. Além disso, lojas têm de ter no máximo 40% de sua capacidade ocupada por até oito horas. Parques ficam abertos.

Decreto permitirá a prisão de quem desrespeitar o toque de restrição, às 23h.

“Nós alcançamos agora uma ocupação média de leitos acima de 70%”, disse a  secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen.

Mais de 40 hospitais privados do estado já estão lotados. Muitos cancelam cirurgias e procedimentos eletivos. O Albert Einstein, na capital, registrava ontem 104% de ocupação, com pacientes em fila de espera. Saúde B1 e B2

 

 

  • Em colapso, estados têm de lockdown a veto a bebida
  • Prefeituras de SP precisam remarcar 2ª dose da vacina
  • Para diretor da OMS, Brasil vive uma tragédia
  • AstraZeneca conta com cláusula de isenção em acordo
  • Pedida suspensão de compra da Covaxin ao TCU
  • Presidente do Inep, Alexandre Lopes é exonerado do cargo
  • Agentes suspeitos de chacina são absolvidos
  • Bolsa oscila com crise sanitária e baque político
  • Presidente do BB diz que vai sair, e ações caem
  • Desemprego médio em 2020 é maior desde 1993
  • Lira perde, e Câmara deixa de votar a jato imunidade
  • PF pediu busca na casa de Wajngarten em 2020, mas PGR barrou

 

 


 

 

O Estado de S. Paulo

 

 

Manchete: Estados apertam restrições; especialistas pedem maior rigor

RS, PR, SC, DF e BA vão fechar comércio; Bolsonaro diz que governadores terão de pagar auxílio emergencial

Governos de diversos Estados vêm adotando medidas cada vez mais duras para tentar frear o avanço acelerado da covid-19 e evitar um colapso generalizado no sistema de saúde. Restrições de circulação de pessoas, em especial à noite, fechamento de estabelecimentos comerciais e lockdown são as providências mais comuns. Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal e Bahia vão fechar comércio e serviços não essenciais. Com UTIs lotadas, o foco é evitar aglomerações para tentar reduzir a propagação
de novas cepas do coronavírus. Boletim do Observatório Covid-19, da Fiocruz, aponta 17 capitais brasileiras com ocupação de leitos de UTI de pelo menos 80%. Infectologistas e outros profissionais de saúde temem piora do quadro e defendem ações ainda mais
rígidas para conter o coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro, porém, afirmou ontem no Ceará que o governador que adotar medidas restritivas deverá bancar novas rodadas do auxílio emergencial. “Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do
presidente da República essa responsabilidade”, afirmou. METRÓPOLE / PÁG. A18

 

 

  • Sob pressão, Lira desiste de votar a ‘PEC da Blindagem’
  • Presidente do BB coloca cargo à disposição
  • Desemprego bate recorde em 2020
  • Pazuello dá à PF nova versão sobre oxigênio
  • Estado de São Paulo pode criar fase mais dura
  • Pisos de educação e saúde são mantidos