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Nomeação de novos chefes militares, manifesto pró-democracia e março com recorde de mortes em destaque nesta quinta

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1º de abril de 2021

 

 

O Globo

Bolsonaro cede para esfriar crise com Forças Armadas

Militares da reserva acreditam que a crise que levou à saída do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica contribuirá para o isolamento do presidente Jair Bolsonaro diante do comando das Forças Armadas. O episódio também deve levar o Exército, força com mais quadros da reserva em postos no Planalto, a se distanciar do governo.

 

Um general que já trabalhou na gestão Bolsonaro avalia que a instituição deixou de lado a postura passiva, que permitia ao presidente passar a impressão de que tinha o aval da tropa para as suas falas. Agora, com a decisão do ex-comandante Edson Pujol de não ceder ao alinhamento que Bolsonaro pretendia impor, ficou clara a separação, na sua visão.

 

 

 

 

  • Presidenciáveis se unem em defesa da democracia
  • RECORDE FECHA MÊS MAIS LETAL – MARÇO TEVE 66.868 ÓBITOS
  • Planalto já registrou 460 casos de Covid
  • Lira tenta aprovar compra de vacina sem doação ao SUS
  • Auxílio emergencial começa a ser pago na terça-feira
  • Desemprego é o maior da série histórica
  • Orçamento – Relator cortará R$ 10 bilhões de emendas
  • Desincentivo à cultura
  • França aglomera e volta ao lockdown
  • Biden: pacote ‘ousado’ de US$ 2,3 tri

 

 

 

 

 

 

O Estado de S. Paulo

Seis presidenciáveis se unem em manifesto pró-democracia

No dia em que o golpe militar de 1964 completou 57 anos, seis potenciais candidatos à Presidência da República lançaram manifesto em defesa da democracia, da Constituição e contra o autoritarismo. “A conquista do Brasil sonhado por cada um de nós não pode prescindir da Democracia. Ela é nosso legado, nosso chão, nosso farol. Cabe a cada um de nós defendê-la e lutar por seus princípios e valores”, diz um trecho do Manifesto pela Consciência Democrática, assinado pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM); pelo apresentador de TV Luciano Huck; pelos governadores tucanos João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS); e pelos ex-candidatos em 2018 João Amoêdo (Novo) e Ciro Gomes (PDT), que tenta se fixar como nome de centro. Os seis são vistos como potenciais candidatos em 2022. A manifestação ocorre depois de o presidente Jair Bolsonaro substituir o ministro da Defesa e comandantes militares. O expresidente Lula (PT) não foi convidado a assinar a carta.

 

  • Reembolso de deputados é reajustado em 170%
  • Brasil tem 3.950 mortes em 24h, mais um recorde
  • Reforço eleva orçamento de áreas do Centrão
  • Guedes defende veto parcial
  • Reforço no tratamento da covid em São Paulo
  • Biden prevê US$ 2 tri em obras e taxar ricos

 

 

 

 

 

 

 

 

Folha de S. Paulo

Com novos chefes militares, Bolsonaro tenta conter crise

Buscando evitar uma escalada na pior crise militar desde 1977, o presidente Jair Bolsonaro escolheu para o comando das Forças Armadas oficiais-generais com perfis complementares, respeitando critérios de antiguidade caros aos militares.

Ainda sofrendo os abalos secundários do terremoto que derrubou a cúpula militar brasileira em dois dias, Bolsonaro foi salomônico.

 

 

 

 

 

 

  • Manifesto por democracia une seis pré-candidatos
  • Braga Netto mudou nota para incluir que havia que celebrar golpe de 1964
  • Vacinação acelera depois da liberação de reserva
  • Rosa suspende inquérito do STJ contra Lava Jato
  • Marco Aurélio – Repercussão é ruim porque gera insegurança
  • Ensaio indica que dose da Pfizer é 100% eficaz em adolescentes
  • Anvisa libera uso emergencial do fármaco da Jansen no país
  • São Paulo antecipa para amanhã aplicação em pessoas de 68 anos
  • Apostador não aparece e perde maior prêmio da história das loterias
  • Sem máscara, presidente fala contra isolamento
  • Brasil fecha o pior mês da pandemia com outro recorde
  • No 1º de abril, veja as mentiras mais ouvidas sobre a Covid
  • Mais baixo, novo auxílio começa a ser pago na terça
  • Relator abre mão de R$ 10 bi, mas Guedes quer mais
  • Puxada por presidente e apoiadores, agressão a jornalista salta 168%
  • Cármen Lúcia suspende decisão para retirada de conteúdo da Folha
  • Assembleia de SP pode ampliar hoje punição de Cury
  • Relatório dos EUA sobre direitos humanos cita ameaça de Bolsonaro