Municípios da região voltam a contratar Hospital Santa Cruz


Maternidade do Hospital Santa Cruz de Canoinhas/Divulgação

Depois de mais de um ano sem nenhum vínculo com o HSCC, prefeitos voltam a negociar

 

 

 


RETORNO

Depois de um hiato de mais de um ano, prefeitos da região estão voltando, aos poucos, a negociar com o Hospital Santa Cruz de Canoinhas (HSCC). Os prefeitos de Major Vieira, Irineópolis e Bela Vista do Toldo já voltaram a contratar serviços do HSCC. Eles haviam rompido com o hospital depois de terem dívidas antigas cobradas pelo ex-administrador da unidade, Derby Fontana. Os prefeitos reconheciam a dívida, mas diziam que não tinham como pagar e, dessa forma, queriam negociar para a frente. Derby não aceitava.

 

 

 

 

Reinaldo de Lima Jr, que assumiu há poucos meses a direção do HSCC, mantém um discurso mais flexível. Ele não perdoa a dívida, mas prefere falar no futuro. Segundo Lima, Três Barras também está em negociações avançadas. Hoje, Três Barras, assim como Bela Vista e Major Vieira faziam antes, tem como referência o Hospital São Vicente, de Mafra.

 

 

 

 

Conforme o JMais destaca nesta quinta, boas notícias estão aparecendo para o HSCC. Há perspectiva de receber mais de R$ 640 mil já nos próximos meses, mais o valor fixo de R$ 70 mil mensais do Governo do Estado. Apesar dos pesares, os rumorosos R$ 500 mil, emprestados no final do ano passado pela Prefeitura de Canoinhas para pagar o 13º salário dos funcionários já foram devolvidos ao Município.

 

 

 

 

Lima ainda atua como bombeiro. O dinheiro que entra serve para pagar as despesas imediatas. Por enquanto, nada de pagar parte da dívida acumulada em R$ 13 milhões, o que inclui recolhimento do FGTS dos funcionários, um dos fatores que impede a certidão negativa de débitos federal. “O que entrar vai ser para manter o HSCC, contas serão pagas depois”, explica Lima.

 

 

 

 

Embora com as contas atrasadas, o HSCC fez um investimento necessário para atrair médicos a operarem na unidade. A compra de um equipamento para cirurgias por vídeo é crucial para que médicos usem o centro cirúrgico, hoje ocioso na maior parte do dia. Mais dinheiro entrando no caixa do HSCC.

 

 

 

 

 

DOAÇÕES

A campanha de doações no valor de pelo menos R$ 15 mensais continua para ajudar o HSC. Para se tornar sócio solidário os canoinhenses podem se dirigir à recepção do Hospital. Neste sábado, 29, terá uma campanha para formar sócios na rua Vidal Ramos, das 9 às 16h durante o evento Schocktester 2019.

 

 

 

 

 

 

É HOJE

Acontece nesta quinta-feira, 26, às 19h, a audiência pública que vai definir, com votação da comunidade, se a escola da localidade da Barra Mansa mantém Evaldo Dranka como seu patrono.

 



 

 

 

 

91,7% 

das cidades do país não têm delegacia de atendimento à mulher

 

 

 

 

 

FORA

Há mais de trinta anos filiado no PSDB, o ex-prefeito de Monte Castelo, Sirineu Ratochinski, protocolou nesta semana, na justiça eleitoral, pedido de desfiliação partidária. Ele diz que sua saída foi uma decisão pessoal. Ainda não decidiu para qual sigla vai.

 

 

 

 

 

CITAÇÃO

Na passagem por Florianópolis, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, fez uma menção elogiosa ao juiz Márcio Schiefler Fontes, que atuou por três anos na comarca de Canoinhas e que foi homenageado recentemente pela Câmara de Três Barras. Atualmente Fontes é conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, indicado pelo Supremo Tribunal Federal e referendado pelo Senado Federal. Fontes também é membro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, além de ter sido juiz auxiliar do falecido ministro Teori Zavascki, do STF, entre 2014 e 2017.

 

 

 

FUNDÃO

Dos 16 deputados federais de Santa Catarina, nove votaram contra o fundão para financiar campanhas. Votaram a favor os deputados Pedro Uczai (PT), Celso Maldaner (MDB), Hélio Costa (PRB), Ricardo Guidi (PSD) e Darci de Matos (PSD). Fabio Schiochet (PSL) e Angela Amin (PP) não participaram da votação.

 

 

 

 

 

A PROPÓSITO

O sempre genial Hélio Schwartsman fez recentemente um raciocínio bastante lógico sobre o fundo eleitoral. “Precisamos por dinheiro público nas campanhas para garantir a realização de pleitos competitivos, mas esse também é o lugar em que podemos cortar sem dor na consciência”. Bem isso! Enquanto os nobres congressistas aprovam um fundo bilionário para financiar campanhas com dinheiro público, o governo é obrigado a cortar em saúde e educação.

 

 

 

 

Aliás, presidente Bolsonaro ainda não apreciou o projeto. É a chance de mostrar respeito com o dinheiro público.

 

 

 

 

 

NOVOS RICOS

Alavancado pelo bolsonarismo, o PSL elegeu 52 deputados federais e quatro senadores. Com isso, deve receber 2589% a mais do fundo eleitoral de 2020. O Novo, que se recusa a gastar a grana do fundo, terá crescimento ainda maior, de 4360%.





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