Grupo Passarela planeja investir R$ 16 milhões em Canoinhas


Alexandre Simioni, diretor do grupo Passarela/Rádio Rural

Somente em empregos diretos devem ser geradas 120 vagas

 

 

PROGRESSO

O Grupo Passarela com suas empresas – Passarela Supermercados, Via Atacadista, Central de Panificação, Honda Kindai Motors e RM Transportes – anunciou que fechará o ano com faturamento de R$ 480 milhões, 1.030 colaboradores e com uma meta ousada até 2023, faturar R$ 1 bilhão e ter mais de dois mil colaboradores, abrindo outras tantas lojas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

 

 

Canoinhas está no radar do grupo. Eles planejam investir R$ 16 milhões na implementação de uma loja Via Atacadista no Município. A expectativa é de criar  120 empregos diretos e outros tantos indiretos.

 

 

 

Também serão investidos mais R$ 10 milhões na ampliação e aperfeiçoamento do Supermercado Passarela de Herval do Oeste. “Nosso Grande desafio é crescer sem perder a essência. Queremos cada vez mais estar próximo a comunidade”, afirma Alexandre Simioni em entrevista publicada no site da Rádio Rural de Herval d’Oeste.

 

 

 

 

A REDE

O Grupo Passarela é hoje um dos grandes destaques do varejo catarinense. “Uma empresa que traz uma abordagem jovem e inovadora na maneira de se relacionar com o mercado e com os consumidores”, se autodefine o grupo. A rede de supermercados Passarela iniciou sua história em 1986 na cidade de Concórdia (SC), com uma pequena lanchonete ao fim da passarela que cortava o Rio Queimados. Esse pequeno empreendimento cresceu, e em 1990, a passarela deu início à história da rede, com a inauguração do primeiro supermercado com esse nome, localizado na rua Marcelino Ramos.

 

 

 

Já no ano de 2000, a segunda loja da rede foi inaugurada na rua Orestes Farina, posteriormente reconhecido como Passarela Center. No ano de 2007, o Passarela expandiu ainda mais, inaugurando sua terceira loja, dessa vez na cidade de Herval d’Oeste (SC).

 

 

Em 2013 inaugurou o Via Passarela, um complexo de compras, alimentação e entretenimento pioneiro na região. É este modelo de loja que deve ser instalado em Canoinhas.

 

 

A empresa negocia uma área no começo da avenida Expedicionários, logo depois da rua Guilherme Prust, para instalar seu negócio em Canoinhas.

 

 

 

 

 

PREPARANDO O VOO

Célio Galeski

Vereador Célio Galeski (PL) estuda trocar de partido pela enésima vez. Como já declarou, não pretende concorrer a reeleição em 2020, portanto, diz em tom de brincadeira, mas com um bom fundo  de verdade, que vai para o partido que indicará o vice de Beto Passos (PSD). Quem seria esse vice? Ele mesmo se propõe ao posto.

 

 

 

 

 

 

 

CRÍTICAS

A revisão da prisão após julgamento em segunda instância pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e o fim do Dpvat decretado pelo presidente da República através de medida provisória receberam críticas dos deputados na sessão de terça-feira, 12, da Assembleia Legislativa.

 

 

“Estou indignado em relação ao STF que reviu o próprio entendimento de prisão após a segunda condenação judicial, o Supremo mudou seu posicionamento para beneficiar um réu condenado pela Justiça, Luiz Inácio Lula da Silva. Em vários países como os EUA, Canadá, Inglaterra, França, Espanha, até na Argentina, após a condenação em segundo grau começa o cumprimento da pena, no Brasil não”, lamentou Ricardo Alba (PSL).

 

 

 

 

Já os deputados Doutor Vicente Caropreso (PSDB), Paulinha (PDT) e Laércio Schuster (PSB) lamentaram a edição de medida provisória pelo presidente Jair Bolsonaro extinguindo a indenização por Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres (Dpvat).

 

 

 

“Uma decisão tomada de supetão que pode prejudicar uma série de questões, ano passado o Dpvat distribuiu R$ 4,7 bilhões, sendo R$ 2,3 bilhões para pagamento de indenizações, R$ 250 milhões destinados ao Denatran para financiamento da educação no trânsito e os restantes R$ 2,1 bilhões automaticamente foram para os cofres do SUS”, informou Caropreso.

 

 

 

 

 

 

CARTEIRINHA

Os deputados catarinenses aprovaram o Projeto de Lei nº 44/2019, de autoria do deputado Coronel Mocellin (PSL), que altera a Lei 14.949, de 2009, que dispõe sobre a obrigatoriedade de apresentação de caderneta de vacinação para matrícula anual na rede pública e privada de ensino do estado de Santa Catarina.

 

 

 

De acordo com o texto legal, a falta da carteirinha não resultará no indeferimento da matrícula, mas o fato será comunicado ao Conselho Tutelar local.

 

 

 

 

 

IRONIA

Deputado Bruno Souza (Novo) ironizou o gesto do governo do estado de enviar ao Legislativo um projeto de lei orçamentária com previsão de R$ 800 milhões de déficit.

 

 

“A minha preocupação é que o governo prevê que o equilíbrio se dará por aumento de arrecadação, aumento de impostos, aumento do peso do estado no ombro dos catarinenses, quero manifestar meu repúdio a este tipo de política fiscal”, declarou o representante de Florianópolis.

 

 

 

 

 

 

BOM EXEMPLO

Olha que bacana o que a Central de Penas e Medidas Alternativas (CPMA) de Criciúma promoveu neste mês de novembro. O Grupo Refletir, que está em sua 15ª edição, é voltado aos homens autores de violência doméstica e familiar contra a mulher que cumprem pena ou medida alternativa, cujo delito esteja relacionando à Lei 11.340/2006.

 

 

 

Segundo a psicóloga Regiane Medeiros Gonçalves, coordenadora imediata da CPMA de Criciúma, o grupo temático é desenvolvido através de encontros reflexivos, com vistas na socialização das realidades vividas em torno da violência contra a mulher. São abordadas temáticas transversais como masculinidade, autoconhecimento, relação de gênero, tipos de violência, comunicação não violenta e promoção da cidadania, de forma a contribuir para o processo de transformação do comportamento. Exemplo que merecia repercussão em Canoinhas.

 

 

 

 

 

 

 

MOTOCICLISTAS DESCOBERTOS

A maior parte das indenizações pagas pelo seguro DPVAT, extinto anteontem, envolve motociclistas – são, em média, 250 mil dos 460 mil pagamentos anuais. Como justificativa para o fim da cobrança, em 2020, o governo alega fraudes, custo de fiscalização e o fato de o SUS suprir o serviço. Especialistas negam e dizem que a medida atingirá os mais pobres.

Nos últimos dez anos, uma média de 460 mil vítimas ou parentes de pessoas mortas em acidentes de trânsito puderam contar com o pagamento do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) por ano. A maior parte desse total, 250 mil, foi de motociclistas que se acidentaram e ficaram inválidos, com sequelas permanentes que os impedem de trabalhar.

 

 

 

 





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