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Governo federal ingressa no STF contra medidas adotadas em estados e impasse entre governadores e prefeitos

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Sábado, 20 de março de 2021

 

 

O Globo

 

 

Manchete: Brigas políticas travam combate nacional à pandemia

Regras de isolamento abrem crise entre Bolsonaro, governadores e prefeitos

Enquanto a pandemia segue acelerando no País, com recorde de 15 mil mortes na semana e quase 300 mil óbitos, o debate entre autoridades sobre o nível de isolamento social a ser adotado escalou ontem para uma crise aberta entre o presidente Jair Bolsonaro, governadores e prefeitos.

Depois de o governo federal ingressar no STF contra medidas adotadas na Bahia, no Rio Grande do Sul e no DF, governadores do Nordeste divulgaram carta contra o presidente. Em São Paulo, houve atrito público entre o prefeito Bruno Covas e o governador João Doria. Em outras capitais, como Porto Alegre e Teresina, os prefeitos resistem a seguir determinações das gestões estaduais. PÁGINA 4

 

 

  • Março vermelho – Em 19 dias, o pior mês da pandemia
  • O impasse do Rio – Prefeito quer fechar atividades por 10 dias; governador resiste
  • Fux questiona Bolsonaro sobre estado de sítio
  • Entrevista/Miguel Nicolelis – ‘É uma hecatombe. Podemos chegar a 500 mil mortos em julho’
  • Volks suspende produção no País até 4 de abril
  • Tropeço com China superado
  • País é o pior em gasto de tempo de empresa com impostos
  • A pedido de Bolsonaro, PF abre inquérito contra Ciro Gomes
  • Justiça absolve Temer de corrupção no caso dos portos

 

 


 

 

Folha de S. Paulo

 

 

Manchete: Pessimismo dos brasileiros com a economia bate recorde

Para 65%, situação vai piorar, índice maior que o visto sob recessão com Dilma, aponta Datafolha

A expectativa de que a situação da economia vai piorar atinge 65% dos brasileiros, recorde registrado pelo Datafolha. A marca mais negativa era de 60%, em março de 2015, sob recessão no governo Dilma Rousseff (PT).

No levantamento anterior, em dezembro, o pessimismo atingia 41%. A parcela dos que esperam melhora no cenário caiu de 28% para 11%.

O instituto ouviu, por telefone, 2.023 pessoas. A margem de erro é de dois pontos.

O percentual dos que preveem piora na própria condição financeira subiu de 22% para 38%. Os entrevistados que apostam em melhora passaram de 31% para 14%, ponto mais baixo da série histórica iniciada em 1997.

A perspectiva de aumento da inflação é compartilhada por 77% – em dezembro, eram 72%. Não se via tal patamar desde os 81% de 2015, na gestão Dilma. Naquele ano, o IPCA passou de 10%. Atualmente, está em 5,2%.

Para 79%, o índice de desemprego vai crescer nos próximos meses. Este é o pior resultado desde o início da série para essa pergunta, em 1995. Segundo o IBGE, a taxa no quarto trimestre de 2020 foi de 13,9%. MERCADO A15

 

 

 

  • Excesso de mortes é maior entre negros em SP
  • Bolsonaro vai ao STF contra medidas de DF, BA e RS
  • Presidente acena ao Congresso para evitar CPI
  • Em unidade lotada, idoso morre no chão em Teresina
  • Morte de Olímpio faz subir pressão no Senado
  • Para especialistas, ‘genocida’ é fala sem base jurídica
  • Governo requisita remédios de UTI e ameaça estoques
  • SP suspende operação descida e vacinará faixa de 69 a 71 no dia 27
  • Prefeitura do Rio fecha praias e áreas de lazer neste fim de semana
  • País despenca em ranking global de felicidade
  • ‘Demonização’ eleva ataques a jornalistas na Europa, diz entidade

 

 

 

 


 

O Estado de S. Paulo

 

 

Manchete: Bolsonaro enfrenta Estados, cogita ‘ação dura’ e Fux reage

Presidente do STF cobra explicação por comparação de toque de recolher a estado de sítio

Em meio à escalada do confronto entre o Palácio do Planalto e os governadores que estão impondo restrições para tentar conter a piora da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro disse ontem que “vai chegar o momento” em que o governo federal terá de tomar uma “ação dura” e recebeu um telefonema com uma cobrança de explicações do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux. A ameaça feita por Bolsonaro ocorreu ao comparar o fechamento de comércios, escolas e toques de recolher adotados por Estados à decretação de estado de sítio, medida que só pode ser tomada pelo presidente com aval do Congresso. Em encontro com apoiadores no Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que o “caos vem aí”. Na conversa com Fux, Bolsonaro, que entrou com uma ação no STF para derrubar toque de recolher na Bahia, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul, negou que estivesse tratando de medida de exceção.

 

 

  • 54 cidades de SP estão com oxigênio no limite
  • Agravamento da crise fecha a Volkswagen por 12 dias
  • Doria e Covas têm embate por causa de feriados
  • Novo auxílio só banca 28% da cesta básica
  • Aglomeração em fuga de lockdown em Paris
  • PF prende o hacker do megavazamento
  • Guedes topa Refis, mas impõe condições