Fusão entre Boeing e Embraer, retomada da agroindústria e posse de ditador em destaque nos jornais desta sexta

11 de janeiro de 2019

Diário Catarinense

Agroindústria indica sinais de retomada


 

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O Globo

 

Manchete: Bolsonaro aprova fusão entre Boeing e Embraer

Americana pagará US$ 4,2 bilhões por 80% do capital de nova empresa

Com um tuíte no qual informava que “a União não se opõe ao andamento do processo”, o presidente Jair Bolsonaro aprovou a fusão entre Boeing e Embraer. Era o que faltava para o acordo, que cria uma nova empresa de aviação com capital de US$ 5,26 bilhões no Brasil, ir adiante. A Boeing vai pagar US$ 4,2 bilhões (R$ 15,5 bilhões) por 80% do negócio. A Embraer ficará com 20%. Foi a primeira medida concreta da agenda liberal do novo governo, afastando dúvidas sobre a associação das empresas que haviam sido levantas pelo próprio presidente. (PÁGINA 15)

 

 

Moradores de 3 mil cidades podem ter direito a armas

A proposta do governo de permitir posse de arma em locais com mais de 10 homicídios por 100 mil habitantes atinge 3.179 cidades. (PÁGINA 4)

 

 

Militar pode ser incluído na reforma da Previdência

O governo negocia com militares a inclusão da categoria na proposta de reforma da Previdência. No projeto de Temer, eles haviam ficado de fora. No sistema previdenciário dos militares, 92% dos custos de pensões a oficiais da reserva, reformados e dependentes são bancados pelo Tesouro. (PÁGINA 18)

 

 

Após resistência, presidente da Apex é exonerado

Depois de resistir à demissão anunciada pelo chanceler Ernesto Araújo, o presidente da Apex foi exonerado por Bolsonaro. (PÁGINA 16)

 

 

Maduro assume sob forte reação internacional

O presidente Nicolás Maduro iniciou, ontem, novo mandato sob intensa rejeição de países e organizações internacionais. A OEA aprovou resolução que não reconhece legitimidade do governo e pressiona pela restauração da democracia na Venezuela. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, compareceu à posse. (PÁGINA 20)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete: Bolsonaro dá aval à negociação entre Embraer e Boeing

Presidente anunciou que não se opõe à fusão entre fabricantes de aeronaves; acordo prevê criação de uma nova empresa, com valor de US$ 5,26 bilhões

O presidente Jair Bolsonaro anunciou que não vai vetar a venda de 80% da área de aviação comercial da Embraer para a Boeing. “Ficou claro que a soberania e os interesses da Nação estão preservados”, escreveu em uma rede social. Na semana passada, Bolsonaro provocou apreensão no mercado ao levantar a possibilidade de não aceitar alguns termos do acordo, anunciado em dezembro após um ano de negociações. O acerto entre as fabricantes de aviões prevê a criação de uma nova empresa, no valor de US$ 5,26 bilhões. Para ter 80% da companhia, os americanos pagarão à Embraer US$ 4,2 bilhões. Também será criada uma nova empresa para a venda do cargueiro KC-390, sendo que a Embraer, nesse caso, terá controle de 51%. O governo afirmou que deu aval ao negócio porque a produção das aeronaves já desenvolvidas e os atuais empregos serão mantidos no Brasil, assim como capacidade do corpo de engenheiros da Embraer. Também informou que a empresa brasileira terá um caixa inicial de US$ 1 bilhão. (ECONOMIA / PÁG. B1)

 

 

Presidente da Apex desafia chanceler e é demitido

Dez dias após a posse, o governo Bolsonaro teve a primeira baixa: o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Alex Carreiro, foi substituído por Mario Vilalva. A demissão foi confirmada por Bolsonaro depois que Carreiro desafiou determinação do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores). (POLÍTICA / PÁG. A4)

 

 



Saúde propõe remédio perto do vencimento para hepatite C

Na tentativa de evitar perda de R$ 18 milhões, o Ministério da Saúde quer repassar a Estados um lote de sofosbuvir – remédio para tratamento de hepatite C – com vencimento em 28 de fevereiro. A pasta alertou que o início do tratamento deve ocorrer até o próximo dia 25. Autoridades estaduais de saúde rejeitam a oferta. (METRÓPOLE / PÁG. A13)

 

 

Governo prepara indulto ‘humanitário’ para presos

O governo prepara, via Ministério da Justiça, decreto que prevê “indulto humanitário” para presos com doenças graves ou terminais – o texto deve excluir os condenados por corrupção e por crimes violentos. Bolsonaro afirmou, no fim de novembro, que não concederia perdão de pena enquanto estivesse no poder. (POLÍTICA / PÁG. A6)

 

Rio-Santos vai passar à iniciativa privada (ECONOMIA / PÁG. B3)

 

 

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Folha de S. Paulo

 

Manchete: Bolsonaro anuncia que não vai vetar fusão da Embraer

Presidente avaliza negócio com a Boeing em reunião com Aeronáutica dias após se dizer preocupado com empresa

Após reunião com ministros e representantes da Aeronáutica, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou que não vetará a fusão da Embraer com a Boeing. Pouco antes de encerrar o encontro, ele usou as redes sociais para afirmar que o governo não se opunha ao andamento do acordo. “Ficou claro que a soberania e os interesses da nação estão preservados. A União não se opõe ao andamento do processo”, escreveu. Na ultima semana, Bolsonaro chegou a colocar em dúvida o acordo, referindo-se à participação brasileira na nova companhia, que poderia acabar no futuro. Em nota, as empresas afirmaram que vão dar continuidade aos trâmites da operação. Os termos do acordo devem ser ratificados pela Embraer e submetidos à aprovação dos acionistas e autoridades regulatórias. A expectativa é que a negociação seja concluída até O final de 2019. (Mercado A14)

 

 

Doria discute Rio-Santos com governo federal

O governador de São Paulo, João Doria, reuniu-se com Jair Bolsonaro e com o ministro de Infraestrutura (Tarcísio Freitas) para discutir a concessão da rodovia Rio- Santos à iniciativa privada. No trecho paulista, quase todo no litoral norte, a estrada tem quase 250 km e se transformou em gargalo de trânsito para moradores e turistas. Uma viagem por ela pode durar até sete horas. O modelo será estudado pelas equipes. Uma ideia é juntar as duas principais estradas que conectam São Paulo e Rio em um único contrato. A atual concessão da Dutra vence em 2021. A discussão ocorre em meio à tentativa de cidades do litoral paulista de barrar turistas ocasionais e à má condição das praias de Ilhabela — 18 das 19 estão impróprias. (Cotidiano B1 e B2)

 

 

Bolsonaro é um fascista, diz ditador da Venezuela

Em discurso, Nicolás Maduro afirmou que Jair Bolsonaro é “um fascista” contaminado pela direita venezuelana e que esta contamina a “direita de toda a região”. O Itamaraty publicou nota afirmando que o mandato de Maduro é ilegítimo e que “continuará trabalhando para a restauração da democracia na Venezuela”. (Mundo A10)

 

 

Novo governo tem em média um recuo a cada dia

Nos primeiros nove dias como presidente, Jair Bolsonaro voltou atrás em no – ve decisões anunciadas por seu governo. Entre os assuntos nos quais houve recuo estão o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e a redução da alíquota do Imposto de Renda. (Poder A8)

 

 

Presidente da Apex tenta ficar, mas Planalto confirma demissão (A12)

 

Flávio Bolsonaro não aparece em depoimento sobre ex-assessor (A4)

 

Proposta prevê sistema similar ao do Tesouro Direto na Previdência (A17)

 

Governo estuda indulto de caráter humanitário

Texto está em discussão no Ministério da Justiça e deve focar presos com doenças graves ou terminais. Condenados por corrupção não estão contemplados no documento. A palavra final sobre a medida é do presidente, que já se manifestou contra a concessão do perdão. (Poder A4)

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