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dezembro

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2021

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FIESC entra na ação do MP para garantir atividade do setor produtivo

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Federação protocolou pedido para ingressar na condição de “terceiro interessado”, para que o setor possa seguir em atividade e atual decreto do governo seja mantido

 

 

Na manhã desta quinta-feira, 11, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) entrou na Justiça com pedido para ingressar na qualidade de “terceiro interessado” na ação em que o Ministério Público pede o aumento das medidas restritivas à atividade econômica. Na ação, a FIESC defende a manutenção das regras atualmente em curso, determinadas em decreto do governo do estado. A Federação destaca a essencialidade do funcionamento da atividade industrial para o combate sustentável da pandemia e que o colapso da saúde, associado a um aumento das restrições, provocará o caos social.

 

 

Ao abordar o atual cenário, a federação lembra que se trata de uma situação que normalmente tem sido designada de “estado de guerra”. “Ocorre que, assim como nas guerras, a linha de frente, que neste caso é o sistema de saúde, só consegue continuar operando se houver uma retaguarda que garante os suprimentos e uma estrutura social minimamente equilibrada para evitar o caos. É nesse contexto que se deve entender a importância de um equilíbrio entre as medidas restritivas e a garantia da manutenção das atividades econômicas, especialmente as industriais, para permitir um equilíbrio e evitar o colapso econômico e social”, argumenta a instituição.

 

 

Para manter a atividade no setor, a FIESC apresenta como justificativas:

  1. Manutenção da cadeia de suprimentos para o enfrentamento da pandemia;
  2. Observância de protocolos de segurança na indústria;
  3. Dinâmica da indústria (a indústria possui uma dinâmica especial que pode ser extremamente prejudicada por restrições que não sejam equilibradas e sustentáveis).