Esta é uma coluna de opinião!

Charge mostra como o debate está intolerante nas redes antissociais/Repodução

Por mais improvável que possa parecer, muita gente não difere informação de opinião

 


AVISO

Esta é uma coluna de opinião. Por isso leva minha foto aí do lado. Ao contrário das editorias do site (barra acima), não contêm matérias jornalísticas, mas sim, conteúdo analítico a partir das impressões do jornalista. Foi sempre assim, mas gente que pouco ou nunca leu a coluna descobriu isso só ontem, quando critiquei a fala política de Gusttavo Lima durante show na Fesmate.

 


 

 

Esclarecimento feito, agradeço ao recorde de acessos, compartilhamentos e comentários. Os comentários raivosos, mal-educados e arrogantes das redes antissociais, articulados por fomentadores em grupos de WhatsApp, encaro como fruto da democracia. Não se preocupem. Não vou rackear a página de ninguém. Primeiro por que não sou criminoso e segundo porque sei conviver com opiniões contrárias a minha.

 

 

 

A PROPÓSITO

A reação da maioria dos apoiadores de Jair Bolsonaro mostra que não há espaço para educação. Qualquer opinião contrária tem de ser tratada no coice. Ou você se sujeita a chafurdar na lama e esgotar seu estoque de xingamentos e ofensas, ou você se cala e respira fundo.

 

 

Veja o exemplo: “Por que ele está mais preocupado com o futuro do Brasil do que em dar a bunda”. Tem como descer ainda mais o nível?

 

 

 

 

 

MERISIO EM CANOINHAS

Agora vem. Será? Depois de ignorar Canoinhas na série de visitas a cidades polo do Estado e dar o bolo nos peesedistas da região no mês passado, o candidato ao Governo do Estado, Gelson Merisio (PSD), promete estar na cidade nesta terça-feira, 18, para uma reunião com empresários no Centro Empresarial às 16 horas. Antes ele passa por Mafra, onde acontece uma concentração pró-Merisio na Praça Bradesco às 14 horas.

 

 

 

 

BOLSONARO CRESCE

O deputado Jair Bolsonaro (PSL) lidera as intenções de voto na corrida presidencial, com 28,2%, segundo pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira, 17. O candidato Fernando Haddad (PT) aparece em segundo lugar, com 17,6%, e Ciro Gomes (PDT) tem 10,8%.

 

 

O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, está em quarto lugar, com 6,1%, seguido por Marina Silva (4,1%), da Rede, João Amôedo (2,8%), do Novo, Alvaro Dias (1,9%), do Podemos, e Henrique Meirelles (1,7%), do MDB. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto. Outros 13,4% disseram que votariam branco ou nulo e 12,3% afirmaram ainda estarem indecisos.



 

 

O impulso que Haddad teve em menos de uma semana leva a crer que o segundo turno será entre o petista e o capitão.

 

 

 

 

FONTE DE VOTOS

O voto anti-PT está sendo depositado em Bolsonaro, o que explica o péssimo desempenho de Geraldo Alckmin.

 

 

Segundo o Ibope, entre os antipetistas, o deputado e militar da reserva tem 53% das preferências – é o dobro de sua média nacional. Já Alckmin, com apenas 9%, fica em um distante segundo lugar. Sem recuperar parte significativa desse eleitorado, dificilmente o tucano conseguirá chegar ao segundo turno.

 

 

No Sudeste, berço dos tucanos, 50% do eleitorado não vota no PT de jeito nenhum. No Sul, 19%. Antes esse eleitorado migrava para o PSDB. Agora, os tucanos encontraram um muro chamado Bolsonaro.

 

 

 

IMPUGNADO

O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) indeferiu na tarde desta segunda-feira, 17, o registro de candidatura de Ângelo Castro (PCO) a governador do Estado. O processo foi julgado pelo Pleno do órgão, onde os sete integrantes votaram por unanimidade por negarem o pedido do candidato. Ele também foi proibido de fazer campanha e o seu nome não poderá ser incluído na urna eletrônica. Castro agora pode recorrer da decisão junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A impugnação foi assinada pelo procurador federal Marcelo da Mota com base em uma condenação penal transitada em julgado contra o candidato por crimes “contra a fé pública”. Diante disso, ele se enquadraria na Lei da Ficha Limpa. Também de acordo com os anexos incluídos pelo MPE, a condenação foi por falsidade ideológica.

INDEFERIDO

O deputado federal João Rodrigues (PSD), condenado em segunda instância a cinco anos e três meses por dispensa irregular de licitação, teve a candidatura a deputado federal indeferida por conta da Lei da Ficha Limpa. O parlamentar foi preso em fevereiro deste ano e em junho recebeu permissão de frequentar a Câmara Federal para atividades como deputado, voltando ao Centro de Detenção da Papuda, em Brasília ao final do dia.

 

 

Em 15 de agosto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a soltura de Rodrigues. No dia 6 de setembro, uma decisão do ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a liberação.

 

 

A assessoria do candidato afirma que Rodrigues mantém a candidatura, vai entrar com os recursos possíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e também aguarda para os próximos dias o julgamento de recursos no STF sobre a condenação.

 

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