Enquete aponta que para 46% dos canoinhenses morar em Canoinhas é bom


Pedestres na praça Lauro Muller, em Canoinhas/Fátima Santos

Outros 27% afirmam que morar em Canoinhas é muito bom

 

VIVER EM CANOINHAS

A enquete realizada no mês de junho pelo JMais tem respostas inéditas que guardamos para este dia em que se comemora os 108 anos de aniversário de Canoinhas. Perguntamos a 226 pessoas: “Viver em Canoinhas é…”e oferecemos cinco respostas. A maioria, 46,5%, aponta ser bom viver em Canoinhas. Na sequência, 27% afirmam ser muito bom. Para 21,2% é ótimo. 4% dizem ser ruim viver em Canoinhas, enquanto que apenas 1,3% dizem ser péssimo viver na cidade.

 


 

A enquete ainda perguntou, numa escala de 1 a 5, em que 1 significa ‘não me sinto parte de Canoinhas’ e 5 significa ‘me sinto parte de Canoinhas’, o que você sente? 48,7% deram nota máxima a questão; 19,9% deram nota 4; 19,5%, nota 3 e 7,5%, nota 2. Apenas 4,4% pendem para a nota mínima.

 

 

A enquete mostra mais uma vez o que já discutimos várias vezes aqui na coluna. O canoinhense tem uma relação muito boa com a cidade, mas se ressente da falta de oportunidades e da dificuldade que Canoinhas tem para se desenvolver.

 

 

 

 

 

REDES SOCIAIS

A enquete perguntou também qual o grau de satisfação dos canoinhenses com as redes sociais. A maioria, 34,1%, deu nota 4 numa escala de 1 a 5. 30,1% deram nota 3; 15% deram nota máxima, enquanto 11,5% deram nota 2. A minoria, 9,3%, deram nota mínima.

 

 

COMUNIDADE

Outra pergunta feita na enquete foi sobre o grau de satisfação dos participantes com a comunidade canoinhense. A maioria, 33,2%, dão nota 4 em uma escala de 1 a 5. 30,5% dão nota 3 e 17,7%, nota máxima. Outros 13,3% dão nota 2. A minoria, 5,3%, dão nota mínima.

 

 

 

 

 

LAZER

Qual seu grau de satisfação com diversão e lazer em Canoinhas? Essa foi outra pergunta feita na enquete. A maioria, 31,4%, dá nota 3, numa escala de 1 a 5. 26,1% dão nota 2. Outros 21,7% dão nota mínima. 15,5% dão nota 4 e a minoria, 5,3%, dão nota máxima.

 



 

 

 

COMÉRCIO

Por fim a enquete perguntou qual o grau de satisfação dos participantes com o comércio de Canoinhas. A maioria, 35,8%, dá nota 3. 31% dão nota 4. 13,7% dão nota máxima. Na outra ponta, 12,8% dão nota 2 e 6,6% dão nota mínima.

 

 

 

 

ALESC

O Plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou, na tarde desta quarta-feira, 11, três projetos de lei (PLs) referentes a datas comemorativas ou reconhecimento de cidades catarinenses. As matérias foram aprovadas por unanimidade em turno único e, após a votação da Redação Final, nesta quinta-feira, 12, seguem para análise do governador.

 

 

 

O PL 161/2019, do deputado Luiz Fernando Vampiro (MDB), institui o Dia Estadual das Torcidas Organizadas de Futebol, a ser comemorado no último domingo de março. O objetivo, segundo o parlamentar, é reconhecer as torcidas que desenvolvem ações sociais vão ao estádio apenas para incentivar seu time.

 

 

 

 

Os outros dois projetos são de autoria do deputado Altair Silva (PP) e reconhecem o município de Nova Erechim, no Oeste, como Capital Catarinense do “Talian” (vêneto brasileiro), e Nova Itaberaba, também no Oeste, com o título de Capital Catarinense do Risoto no Tacho. 

 

 

 

 

LICITAÇÕES

O plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 11, uma emenda ao projeto de lei da Nova Lei de Licitações que muda a forma de divulgação de dados das licitações. Pelo que foi aprovado pelos deputados, a administração não precisa mais divulgar em seu site oficial, no caso de obras, os dados quantitativos e unitários e os preços praticados. Pelo texto aprovado, a contratada é quem deverá divulgar, em seu próprio site, o inteiro teor do contrato. As micro e pequenas empresas estarão dispensadas dessa obrigação. Na mesma sessão, os parlamentares aprovaram uma emenda que viabilizará o uso do pregão na contratação de estudos técnicos preliminares necessários à elaboração de projetos básicos para serviços de engenharia. 

 

 

 

 

R$ 58 milhões

é quanto uma empresa devia em ICMS ao Estado de SC. A empresa de medicamentos aplicou base de cálculo menor no recolhimento do imposto. A Justiça reconheceu a dívida





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