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Encurralados, adelmistas ficam sob suspeita ao negar realidade

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Vereadores rejeitaram pedido para colocar em votação afastamento de vereador preso

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COLUNA DE DOMINGO A rumorosa votação de terça-feira, 21, na Câmara de Vereadores de Bela Vista do Toldo que livrou o vereador Vilson Stelzner (PSL) de um processo de cassação de mandato por estar preso pode ser discutível, mas se negar a essa discussão coloca todos que o blindaram sub suspeita. Afinal, há um elefante na sala.

Os dois vereadores oposicionistas a Adelmo Alberti (PSL) apontam quebra de decoro parlamentar de Vilson e dizem que ele se utilizou do mandato para cometer atos de corrupção. O processo segue em segredo, mas já se sabe que eram muito mais que familiares os laços que ligavam os primos Adelmo Alberti e Vilson. O vereador tinha uma construtora e transportadora no seu nome. Dados os tantos rolos envolvendo obras públicas e quem as executava que levaram Alberti à prisão, não fica muito difícil de imaginar o motivo pelo qual Vilson está preso.

Apesar disso, além de se negar a discutir o tema, o presidente da Câmara, Marcos Kogi (PSL), também colocado contra a parede pela oposição, tentou impedir Dinei Berdnaski (PDT) de ler o requerimento que exigia que ele colocasse o pedido de cassação de Vilson e dele próprio em votação.

Bem mais ágil foi a Câmara em reprovar as contas de Gilberto Damaso na semana anterior. Destaque-se que tinham mesmo de ser reprovadas dadas as tantas inconsistências, mas pelo visto para os adelmistas são dois pesos e duas medidas.