domingo, 19

de

setembro

de

2021

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Empossada nova diretoria do Tribunal de Contas de Santa Catarina

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Conselheiro Adircélio de Moraes Ferreira Júnior foi reempossado presidente

 

 

 

“Estamos cada vez mais convictos de que o TCE precisa estar presente nas discussões que abordem as grandes questões macroeconômico-fiscais do Estado e os temas centrais que afetem as contas públicas, com a compreensão de que devemos ser agentes fomentadores e não inibidores dos grandes investimentos públicos e privados.” A afirmação é do presidente reeleito do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC), conselheiro Adircélio de Moraes Ferreira Júnior, que reforçou ainda a intenção em avançar no modelo de diálogo institucional com Poderes, órgãos, jurisdicionados e entidades parceiras, aprimorado na Corte de Contas catarinense durante o biênio 2019/2021.

 

 

O compromisso foi assumido na cerimônia de posse da nova diretoria na tarde desta segunda-feira, dia 1º, em sessão telepresencial, na qual também foram empossados o vice-presidente, conselheiro Herneus De Nadal, reconduzido ao cargo, e o novo corregedor-geral, conselheiro José Nei Ascari.

 

 

 

 

“As ações que estamos desenvolvendo e que seguirão seu curso nos próximos anos têm nos permitido direcionar e racionalizar esforços às demandas e possibilitado pautar nossa atuação com temas relevantes que impactem as contas públicas e apresentem resultados mais significativos à sociedade”, disse Adircélio, que enfatizou a importância da aplicação de critérios racionais de seletividade para a definição da atuação da Corte de Contas.

 

 

 

 

 

 

METAS

Durante a cerimônia, foi apresentado um resumo das ações do TCE/SC no período 2019/2021. Nos últimos dois anos, o Tribunal passou por etapas de modernização com mudanças administrativas em sua estrutura, tornando-o mais ágil e eficiente, e também com a intensificação do uso de tecnologia da informação, a exemplo da implantação do Plenário Virtual, onde os conselheiros registram seus votos eletronicamente, e a realização das sessões telepresenciais, em decorrência das ações de combate à pandemia, além do início da automatização da análise de processos de prestação de contas e de atos de pessoal e da utilização do sistema eletrônico de trilhas de auditoria.

 

 

 

Em seu discurso, o presidente fez um balanço das ações à frente do cargo na primeira gestão e destacou as parcerias institucionais já realizadas e seus resultados, destacando os acordos de cooperação do Tribunal com Ministério Público de Santa Catarina , com o Tribunal Regional Eleitoral, com o Tribunal de Justiça de Santa Catarina e com a Receita Federal, instituições de ensino, entre outros.

 

 

 

“Nos direcionamos na racionalização de procedimentos administrativos, no incentivo à inovação e no uso intensivo de ferramentas de Tecnologia de Informação, na cooperação com outros poderes e órgãos, na colaboração com os nossos jurisdicionados, na defesa institucional e judicial de nossas competências e de nossas decisões, sejam elas finalísticas ou administrativas”, descreveu o presidente.

 

 

 

Em relação às medidas relacionadas à pandemia, o TCE/SC também foi decisivo, relatou Adircélio. Ele tratou da integração ao grupo especial de análise de compras e da participação ativa com informações aos municípios para a aquisição de kits de diagnóstico e insumos. Na área da educação, o Tribunal conduziu medidas para reduzir o impacto negativo da pandemia entre os estudantes, como a orientação para a distribuição da merenda escolar às famílias durante o período de suspensão das aulas e a elaboração de diretrizes para o retorno das atividades presenciais.

 

 

 

“Ainda que tenhamos tomado uma série de medidas visando à modernização da instituição, de forma a torná-la mais empática com a sociedade, mais eficiente nos seus procedimentos internos e mais eficaz no exercício do controle externo, o certo é que ainda há muito a ser feito”, salienta Adircélio. O presidente trouxe a intenção de desenvolver e aperfeiçoar os projetos já iniciados, bem como apresentou como norte para a nova gestão perseguir a consolidação da Corte de Contas catarinense como um legítimo Tribunal da Governança Pública.