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Em só 75 dias, Brasil vai de 200 mil para 300 mil mortos por covid-19 e criação de comitê de crise em destaque nesta quinta

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25 de março de 2021

 

 

O Globo

300 MIL MORTES – NOVO ÁPICE DA CRISE FAZ CÂMARA ELEVAR PRESSÃO SOBRE BOLSONARO

Pouco mais de um ano após o início da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro se encontra cercado por instabilidade em diferentes frentes. Nesta quarta-feira, o país ultrapassou a marca de 300 mil mortes por Covid-19, sem sinais de diminuição do ritmo de contaminação ou de aceleração da vacinação. A condução errática do governo federal levou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), aliado do Bolsonaro, a subir o tom das cobranças. No setor econômico, a cobrança foi tornada explícita por meio de uma carta: empresários, banqueiros e economistas cobraram medidas concretas de enfrentamento à pandemia. Outra má notícia veio em formato de pesquisa: seguindo o Datafolha, 54% dos brasileiros reprovam a gestão de Bolsonaro na crise sanitária, maior nível desde o começo da crise sanitária.

 

 

 

 

 

 

 

  • Fila por leitos de UTI no estado é mais que dobro de vagas
  • Ignorar a ciência acelerou óbitos, dizem especialistas
  • Senadores cobram saída de Ernesto Araújo
  • Rio dará auxílio a 900 mil pessoas e pode ter incentivo a comércio
  • Eletrobras: relator quer novo modelo de venda
  • Moro nega ter sido parcial e defende Lava-Jato
  • Atraso no Censo afeta repasse de recursos a municípios
  • Recuo calculado: A seis meses da eleição, Merkel desiste de confinamento na Páscoa
  • A revolução do futebol no coração dos cubanos

 

 

 

 

 

 

 

 

O Estado de S. Paulo

301.087 MORTOS – PAÍS TEM MÉDIA DE 2 ÓBITOS A CADA 3 MINUTOS

Nesta semana, o Brasil foi responsável por 27% das mortes por covid no mundo. Bolsonaro cria comitê de crise, mas insiste em tratamento precoce e críticas ao lockdown. Arthur Lira diz que Legislativo tem ‘remédios fatais’ para lidar com erros no enfrentamento da pandemia O Brasil chegou ontem a 301.087 mortes pela covid-19, após pouco mais de um ano da pandemia do coronavírus. O número equivale a toda a população de Palmas, capital do Tocantins, e foi registrado num momento de emergência sanitária. Somente nesta semana, o Brasil foi responsável por 27% dos óbitos de todo o mundo e especialistas dizem que nada aponta para um retrocesso em breve nesses números. Passados 12 meses do início da maior crise sanitária da história do País, o presidente Jair Bolsonaro, após reunião com outros Poderes, criou um comitê para centralizar as ações de combate ao vírus. Apesar da medida, ele voltou a defender o tratamento precoce com uso de medicamentos sem eficácia comprovada e a criticar o lockdown, iniciativa apontada por cientistas como fundamental para frear as contaminações. As declarações descontentaram os políticos presentes à reunião. Sem citar a palavra impeachment, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que o Legislativo não vai mais tolerar novos erros no enfrentamento da pandemia. “Os remédios políticos no Parlamento são conhecidos e são todos amargos. Alguns, fatais.”

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Retrato de um sistema de colapso
  • Confusão na contagem
  • MEIs e empresas do Simples têm imposto adiado
  • Petrobrás aprova privatização de primeira refinaria
  • Papa corta salário dos cardeais

 

 

 

 

 

 

 

 

Folha de S. Paulo

Em só 75 dias, Brasil vai de 200 mil para 300 mil mortos por Covid-19

Apenas dois meses e meio depois de cruzar a trincheira das 200 mil mortes, o Brasil acumulou mais uma centena de milhares de vítimas e alcançou, nesta quarta-feira (24), a assustadora marca de 300 mil óbitos pela Covid-19. O número é tão grande que supera a população de 98,3% das 5.570 cidades brasileiras.

Desde março de 2020 até as 20h desta quarta, o país somou 301.087 óbitos, tendo superado os 300 mil às 16h24. Em meio a essa crescente montanha de mortos, a rede de saúde colapsa em todas as regiões do país, medicamentos escasseiam e oxigênio falta.

Nas projeções de população do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2020, somente 93 cidades —ou 1,7% do total— têm população superior a 301 mil pessoas. Foi dizimado um contingente humano do tamanho de Mossoró (RN) ou Suzano (SP), ou metade de uma Joinville (SC).

 

 

 

 

 

 

  • Após derrota, Moro diz ter tranquilidade sobre atuação
  • Bolsonaro cria comitê, mas é cobrado por moderação
  • Com ameaça, Lira exige reação do governo
  • Grupo toma vacina escondido em MG, afirma revista
  • Assessor do Planalto faz gesto racista no Senado
  • J.P.Gebran Neto – Andar de cima reage à Lava Jato
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  • Brasileiro terá limite para troca de técnicos na temporada de 2021
  • Carrefour anuncia compra do Grupo Big por R$ 7,5 bi
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