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Em reunião com presidentes do Senado e Câmara dos Deputados, governador apresenta pautas prioritárias de SC

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Em seu pronunciamento, Carlos Moisés reforçou a necessidade de imunização da população contra a covid-19

 

 

O governador Carlos Moisés, junto com demais integrantes do Fórum de Governadores,  participou de reunião virtual com os novos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. O encontro, na manhã desta sexta-feira, 12, abre formalmente o diálogo sobre a agenda prioritária dos chefes de estado no Parlamento.

 

 

Em seu pronunciamento, Carlos Moisés reforçou a necessidade de imunização da população contra a Covid-19. “É a nossa principal bandeira, precisamos sair da pandemia, através da vacina, para depois resgatarmos a normalidade das atividades do dia a dia das pessoas”. Carlos Moisés diz que é fundamental a regularidade e a definição de um calendário de vacinação para que os estados possam se planejar com atividades de retomada econômica em 2021.

 

 

 

O chefe do Executivo estadual defende que é importante encontrar um momento em que doses da vacina possam ser adquiridas pela iniciativa privada. “A proposta é avançar nas discussões até encontrarmos o momento ideal, sem ferir a ética e o cronograma de vacinação dos vulneráveis já estabelecidos nos grupos prioritários”, argumenta Carlos Moisés. De acordo com ele, não se trata de venda de vacina, mas, por exemplo, da aquisição pela indústria com o compromisso de imunizar seu público-alvo, que são os trabalhadores.

 

 

 

Por fim, Carlos Moisés apresentou outras demandas na área da Saúde, como orçamentos para as atividades de alta complexidade nos hospitais – que acumulam cirurgias eletivas – kits de intubação, habilitação e manutenção de leitos de UTI, para que estados e municípios possam manter as atividades de enfrentamento à pandemia.

 

 

 

O governador de Santa Catarina atentou ainda para a necessidade de discussões e entendimento sobre os percentuais mínimos de investimento público nas áreas da Saúde e da Educação. “É preciso levar em conta que em função da pandemia, investiu-se menos em Educação e muito mais em Saúde, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio alcançável pelos estados”, conclui Carlos Moisés.