Edmilson Verka deixa suplência do PR na Câmara; Nilson Cocharski assume

Edmilson Verka na tribuna da Câmara/Arquivo

Em sua despedida, Verka frisou a importância de se manter o feriado de 3 de Maio

 

 

DESPEDIDA

Vereador Edmilson Verka (PR) deixou a Câmara de Vereadores de Canoinhas nesta terça-feira, 27. A vaga será ocupada pelo terceiro suplente do PR, Nilson Cocharski. Verka é o quarto suplente da sigla.


 

 

Os titulares do PR são Zenici Dreher e Gil Baiano. O primeiro suplente é Chico Mineiro, que segue na Câmara. O segundo é Karuncho, que ocupa o cargo de titular da Secretaria de Habitação e por lá deve ficar. Cocharski ocupava cargo de chefia na Secretaria de Obras e já havia se programado para assumir a suplência neste ano.

 

 

Em sua despedida, Verka agradeceu aos colegas e chamou de “missão divina” seu trabalho na Câmara. A missão, mais especificamente, seria lutar pela manutenção do feriado de 3 de maio. Ele foi à tribuna e ressaltou sua condição de cristão para defender que a data siga como feriado municipal. Há pressão da classe industrial e comercial para que a data se torne feriado facultativo.

 

 

SEM CONHECIMENTO

Vice-prefeito Renato Pike (PR) também desconhece os motivos pelos quais Paulo Machado foi reintegrado ao cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico depois de se despedir publicamente. Lembra que na divisão de cargos de primeiro escalão, a vaga é do PSD. Disse que não procurou saber detalhes porque não conversou com Passos depois do episódio (Passos está em Florianópolis) e que ademais desconhece qualquer fator que desabone Machado.

 

Reconhece, no entanto, a existência de um documento assinado por Machado pedindo a exoneração do cargo.

 

 

BETO FARIA

Ex–prefeito de Canoinhas, Beto Faria (MDB) retorna esta semana a Canoinhas depois de quase um ano à frente da presidência da Cidasc. Ele foi, como esperado, exonerado do cargo pelo governador Carlos  Moisés.

 

Segundo o vereador Paulinho Basilio (MDB), ele deve reassumir suas atividades como médico veterinário e professor. Não falou se ele será reintegrado aos quadros da prefeitura, onde é concursado.

 

 

CELESC

Depois de uma gestão elogiado de Cleverson Siewert, a nova direção da Celesc não tem agradado os funcionários da estatal. Eles se queixam do que chamam de “forma autoritária” como o novo presidente, Cleicio Martins, comanda a estatal. Eletricitários chegaram a afirmar que ele não tem capacidade para dirigir a Celesc. Martins será convocado a prestar esclarecimentos na Assembleia.

 



 

 

PREJUÍZO

Uma unidade do Sicoob de Americana (SP) foi incorporada por outra agência deixando um prejuízo milionário que será pago pelos associados (ou clientes se você considerar que o Sicoob é um banco). O prejuízo é de R$ 114,5 milhões e será rateado entre 11 mil associados com pagamento em até 15 anos.

 

 

 

 

ÁGUA QUENTE

A 2ª Câmara de Direito Público do TJ confirmou sentença que condenou o município de Florianópolis a indenizar por danos morais, no valor de R$ 8 mil, estudante que foi atingida por água fervente jogada por uma professora do 2º andar da instituição de ensino.

 

 

A menina conta que, na hora do recreio, estava sentada no banco situado embaixo de uma janela quando seu braço direito foi atingido por água fervente, que lhe causou queimaduras de 2º grau. Sustentou ainda que a diretora da escola não acionou equipe médica, apenas a atendeu no pátio, com a colocação de gelo na região lesionada.

 

 

O Município, em defesa, aduziu que a professora não arremessou um copo de água fervente, mas sim derramou pequena quantidade de água quente. Disse ainda que, se o acidente tivesse sido de grande relevância, a aluna não teria retornado às aulas no dia seguinte, como ocorreu, inexistente portanto responsabilidade da administração pública no caso. Defendeu também que o acontecimento foi suportável e não configurou abalo moral.

 

 

 

PRIMEIRA PESQUISA

Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA, indica que a avaliação pessoal do presidente Jair Bolsonaro conta com 57,5% de aprovação, 28,2% de desaprovação e 14,3% dos entrevistados não souberam opinar. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades federativas nas cinco regiões do país, de 21 a 23 de fevereiro.

 

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

 

 

 

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